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domingo, 1 de julho de 2018

"O Deus das Moscas" - uma sugestão de leitura

(A requisitar na Biblioteca)


"Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.

Publicado originalmente em 1954, O Deus das Moscas é um dos mais perturbadores e aclamados romances da atualidade.

Um avião despenha-se numa ilha deserta, e os únicos sobreviventes são um grupo de rapazes. Inicialmente, desfrutando da liberdade total e festejando a ausência de adultos, unem forças, cooperando na procura de alimentos, na construção de abrigos e na manutenção de sinais de fogo. Porém, à medida que o frágil sentido de ordem dos jovens começa a fraquejar, também os seus medos começam a tomar sinistras e primitivas formas. De repente, o mundo dos jogos, dos trabalhos de casa e dos livros de aventuras perde-se no tempo. Agora, os rapazes confrontam-se com uma realidade muito mais urgente - a sobrevivência - e com o aparecimento de um ser terrível que lhes assombra os sonhos."

Inquietante e perturbador!
Pode ler um pouco do livro clicando sobre a imagem.


Para conhecer algumas opiniões sobre o livro clicar aqui, aqui e aqui.
E porque não ver o filme depois de ler o livro?
É só ir por aqui.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Home sweet home


(Clicar sobre a imagem para ver o filme)

Às vezes começamos um caminho com ou sem propósito… Vamos porque queremos sair do local onde estamos... porque nada nos prende aí...
Esta é a história de uma casa que sai das suas fundações e inicia uma viagem épica.


segunda-feira, 12 de março de 2018

Piper, uma lição de vida.

Uma ave tenta ensinar o seu filhote a encontrar comida. Este, nesse processo, vive uma experiência traumatizante  que tem que ultrapassar para conseguir sobreviver. Aprender pode ser assustador, por vezes!


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O presente!


Esta curta-metragem conta a história de um menino que prefere passar o tempo a jogar em vez de descobrir o que está lá fora.
Um dia, a mãe decide oferecer-lhe um presente que lhe dificulta a concentração necessária para jogar...

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Regressar a casa


"Em pouco mais de um minuto, esta encantadora história tem a capacidade de despertar um sentimento universal em todos nós. Está inserido na categoria Família, pois demonstra a imensa importância da mesma nas nossas vidas.

 Pode visitar o blogue oficial da autora, Natalia Chernysheva, e conhecer em pormenor os seus desenhos e animações com um estilo bastante característico."

terça-feira, 14 de março de 2017

Cinema sem conflitos






"Cinema sem Conflitos" é um site cheio de vídeos sobre temas relacionados com a juventude.  Excelente para mostrar aos nossos alunos. Para aceder, clicar sobre a imagem.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto




No dia 27 de janeiro celebra-se o Dia Internacional em Memória da Vítimas do Holocausto. A escolha do dia não surge por acaso: foi precisamente na tarde de 27 de Janeiro de 1945 que o Exército Soviético chegou a Auschwitz-Birkenau, o maior e o mais mortífero centro de extermínio do III Reich.
A Biblioteca não pode deixar de lembrar este dia que marcou o princípio do fim de uma crime contra a Humanidade. 
Assim, e porque é proibido esquecer , aconselhamos a leitura de alguns livros e/ou visionamento de filmes existentes na Biblioteca e presentes na exposição bibliográfica na Biblioteca.




"A história do século XX ficou tragicamente marcada pela existência de campos de concentração nazis em que morreram mais de seis milhões de pessoas. Nunca a crueldade humana atingira antes níveis tão aterradores. A obra de José Jorge Letria pretende, acima de tudo, reavivar as memórias do holocausto. Este episódio histórico é considerado por este jornalista como a maior vergonha da Humanidade.
“Campos de Lágrimas” tem como cenário central o campo de concentração de Buchenwald, na Alemanha. Uma família portuguesa visita o campo e a cidade de Weimar, situada a apenas oito quilómetros, para reencontrar a memória de um familiar que ali morreu depois de ter combatido na Guerra Civil de Espanha e de se ter exilado em França.
A visita a Buchenwald é o pretexto para se falar de outros campos de horror criados pelos nazis e de forma como seres humanos, em determinadas situações, são capazes de torturar, humilhar e matar em massa os seus semelhantes."
Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.
"Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…"


"Escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, O Diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.
Todos os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. O seu diário tornar-se-ia um dos livros de não ficção mais lidos em todo o mundo, testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano."






"Mouschi existiu realmente e foi levado para o anexo por Peter van Pels, um jovem companheiro de cativeiro de Anne Frank. O dia-a-dia no anexo, a rotina de um grupo de pessoas refugiadas do terror nazi e a esperança numa libertação que acabou por não chegar, são assim contados neste livro por um animal de estimação que se transformou em testemunha singular de uma tragédia humana."


Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.
"Revisitação biográfica do percurso de Anne Frank, com especial atenção para a época da perseguição nazi aos judeus e para a adolescência de Anne até à sua captura, o texto e as imagens que compõem este livro permitem aproximar o leitor infantil contemporâneo da realidade terrível da segunda guerra mundial, chamando a atenção para a questão das perseguições religiosas e do próprio holocausto. De alguma forma, está implícita a ideia de que este não é um tema tabu e que o seu tratamento junto das crianças tem implicações pedagógicas. As ilustrações de Angela Barrett são particularmente bem conseguidas pelo rigor e preocupação de pormenor, recriando de forma realista as principais cenas e momentos da diegese, conferindo cor local e verosimilhança ao relato centrado numa adolescente marcante da História e da Literatura contemporânea." Ver miolo aqui.







"Na noite de 13 de Dezembro de 1943, Primo Levi, um jovem químico membro da resistência, é detido pelas forças alemãs. Tendo confessado a sua ascendência judaica, é deportado para Auschwitz em Fevereiro do ano seguinte; aí permanecerá até finais de Janeiro de 1945, quando o campo é finalmente libertado. 
Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objectividade, a vida no Lager e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta. 
Se Isto é um Homem tornou-se rapidamente um clássico da literatura italiana e é, sem qualquer dúvida, um dos livros mais importantes da vastíssima produção literária sobre as perseguições nazis aos judeus."



"A Lista de Schindler é um livro/filme norte-americano de 1993 sobre Oskar Schindler, um empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregá-los na sua fábrica."


"A produção que melhor explica o Nazismo e suas consequências é a minissérie americana “Holocausto“. Lançada em 1978 e tendo ninguém menos do que Meryl Streep entre os protagonistas, a minissérie narra como o partido nazi conseguiu disseminar o ódio contra os judeus por toda a Europa. A família Weiss serve para mostrar todo o sistema da época: a vida no gueto de Varsóvia, a criação das câmaras de gás, como funcionava cada campo de concentração, a ação do exército russo, a decadência do terceiro reich e a pós-libertação dos judeus."


"Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazi. Afastado da mulher, ele tem que usara sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de o  proteger do terror e da violência que os cercam."



"O pinhal continua lá nos nossos dias. Das mulheres e das crianças, tudo o que resta é esta fotografia.
Este livro descreve o que alguns seres humanos são capazes de fazer a outros seres humanos quando os valores democráticos são destruídos e substituídos por uma ideologia que defende a intolerância, o ódio e a violência.
O livro apresenta os factos relativos ao Holocausto e tenta explicar como é que o inimaginável se tornou realidade."

A revista História publicou um artigo sobre Auschwitz.




Artigos do Jornal "O Público" sobre o Holocausto podem ser lidos aqui e vale a pena ver o documentário "A noite cairá", colocado mais abaixo, após a sinopse do mesmo.

"Ao percorrer a Europa, numa série de ofensivas militares contra a Alemanha nazi durante os anos de 1944/45, os Aliados depararam-se com campos de concentração onde viviam encarceradas dezenas de milhares de pessoas, sob todo o tipo de privações, malnutrição e doenças. Nessa altura, o mundo defrontou-se com horrores indizíveis. A 27 de Janeiro de 1945, os soviéticos chegaram a Auschwitz, na Polónia, o maior dos campos de concentração e extermínio. Os poucos sobreviventes ao brutal regime de trabalho escravo e à falta de alimentos tiveram de enfrentar um longo e árduo caminho de recuperação e muitos deles acabaram por morrer posteriormente. Quando o produtor britânico Sidney Bernstein convidou o realizador Alfred Hitchcock para supervisionar a montagem de imagens recolhidas no terreno, fê-lo porque queria deixar algo para memória futura. Fê-lo para que a História recordasse o que os soldados – norte-americanos, soviéticos e britânicos – haviam encontrado ao longo do percurso de libertação da Europa. Filmadas por militares treinados para operar câmaras, seriam usadas em julgamentos como prova dos crimes de guerra ou incluídas parcialmente em jornais noticiosos. Porém, com o fim da guerra, as forças de ocupação mudaram a sua política e, em vez de confrontar a Alemanha com a culpa, escolheram instalar a confiança para tornar possível a reconstrução do pós-Guerra. Nesse contexto, o filme de Bernstein tornou-se politicamente inconveniente e, por esse motivo, "Memory of the Camps", foi arquivado.
Com realização e argumento de Andre Singer e com narração da actriz Helena Bonham Carter, "A Noite Cairá" segue o percurso de "Memory of the Camps", o documentário de Sidney Bernstein que ficou também conhecido como o "Hitchcock perdido"." PÚBLICO




E, houve portugueses nos campos de concentração? O jornal Público fez um trabalho de investigação e descobriu que houve realmente portugueses enviados para os campos de concentração. Ler aqui.




Vós que viveis tranquilos

Nas vossas casas aquecidas,
Vós que encontrais regressando à noite
Comida quente e rostos amigos: 
Considerai se isto é um homem 
Quem trabalha na lama 
Quem não conhece paz 
Quem luta por meio pão
Quem morre por um sim ou por um não.
Considerai se isto é uma mulher,
Sem cabelos e sem nome 
Sem mais força para recordar
Vazios os olhos e frio o regaço 
Como uma rã no inverno.
Meditai que isto aconteceu:
Recomendo-vos estas palavras.
Esculpi-as no vosso coração
Estando em casa andando pela rua,
Ao deitar-vos e ao levantar-vos;
Repeti-as aos vossos filhos. 
Ou então que desmorone a vossa casa, 
Que a doença vos entreve, 
Que os vossos filhos vos virem a cara.

                                                 Primo Levi



domingo, 16 de novembro de 2014

16 de novembro, Dia Internacional da Tolerância

Em 1996, a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) decretou a data de 16 de novembro como o Dia Internacional da Tolerância.

Irina Bokova, diretora-geral a UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Tolerância, em 16 de novembro de 2012, afirmou entre outras coisas que as diferenças não devem ser motivo de separação, mas sim de fortalecimento das pessoas.
Num mundo de rápidas mudanças, em sociedades que são cada vez mais diversificadas, todos os dias somos lembrados da necessidade da tolerância. Os laços que ligam as pessoas e as sociedades multiplicam-se, assim como as oportunidades de desentendimentos e tensões. Com a maior proximidade surgem mais ameaças que são exploradas por aqueles a quem interessa aprofundar cisões.
A tolerância não é indiferença a outros. Tão pouco implica a total aceitação de toda a crença e comportamento. Tolerância não significa menor comprometimento com as próprias convicções ou fraqueza de propósitos. A tolerância não é condescendente; ela não comporta a perspetiva implícita de que uma posição é superior a outra. A tolerância tão pouco é inata ou uma qualidade em que alguns recebem enquanto outros são dela destituídos. 
A tolerância é um ato de humanidade. Ela é guiada por direitos humanos universais e liberdades fundamentais. Significa reconhecer a dignidade de outros como a base da sua própria. A tolerância é uma habilidade a ser cultivada e ensinada. Nunca deve ser dada como certa, pois é um compromisso a ser aprendido e renovado todos os dias.
A tolerância é uma maneira de desarmar o medo, de abrir o mundo para melhores mudanças e lançar as bases para a paz duradoura.
Retirado daqui



Ser tolerante não é apenas ter paciência perante os erros e falhas dos outros, não agredir o que pensa de forma diferente de nós; é muito mais do que isso. É respeitar a diversidade, partilhar com os outros as diferenças como algo positivo, benéfico e enriquecedor.
A Declaração Universal dos Direitos da Criança diz, no seu artigo 10º:
“A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universal, e com plena consciência de que deve devotar as suas energias e aptidões ao serviço dos seus semelhantes.”

Khalil Gibran disse:

"Aprendi o silêncio com os falantes, a tolerância com os intolerantes, e a gentileza com os rudes..." 

Aprendamos e ensinemos, pois, a ser tolerantes. É o respeito pelos outros, a compaixão, a fraternidade que nos ajuda a ter um mundo melhor.






Há filmes que ilustram de forma magistral  os sentimentos de tolerância, fraternidade, solidariedade, amizade. Se analisarmos bem, eles andar  a par, não lhes parece?
(Clicar sobre a imagem para obter alguma informação sobre o filme)


http://pt.wikipedia.org/wiki/Billy_Elliot
trailer aqui

http://www.dvdpt.com/m/mascara.php
trailer aqui

http://www.dvdpt.com/o/os_poderosos.php
trailer aqui
http://www.cineteka.com/index.php?op=Movie&id=002731
trailer aqui

http://pt.wikipedia.org/wiki/Um_Sonho_Poss%C3%ADvel
trailer aqui

http://aspalavrasnuncatedirei.blogs.sapo.pt/114259.html
trailer aqui

Há, também, livros (alguns dos filmes acima referidos são baseados em livros) que versam esta temática.
(Clicar sobre a imagem para obter alguma informação sobre o livro)
http://195.23.38.178/casadaleitura/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_pl_fichaLivro&id=45

http://pt.slideshare.net/ProfessoradeEmrc/orelhas-de-borboleta-16591327
http://pt.slideshare.net/hscl/elmer-o-elefante?related=4

https://interculturalidades.wordpress.com/2008/05/07/a-guerra/


http://www.livrosepessoas.com/2014/08/03/harry-potter-ensina-tolerancia-dizem-pesquisadores/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1rio_de_Anne_Frank
O filme aqui

 Olhares sobre a intolerância aqui.


Muitos mais livros e filmes haverá. Se conhecer outros títulos, faça, por favor, a sugestão nos comentários.