Mostrar mensagens com a etiqueta Novidades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Novidades. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Novidades de abril

Chegaram à BE novos livros, de uma aquisição de 2016. Chegaram finalmente!


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.



"Existe um país onde as pessoas quase não falam. Neste estranho país é preciso comprar e engolir as palavras para pronunciá-las. O pequeno Filipe precisa das palavras certas para abrir o seu coração à bela Sara. Mas como fazer? O que ele lhe quer dizer custa uma fortuna..."






"Quando o Estaleiro Simpson encerrou, as pessoas que tinham trabalhado ali tiveram de ir em busca do seu sustento noutros locais. Só o tio de Stanley ficou, transformando a casa da família numa empresa de conservas de peixe, o que tornou a vida de todos uma verdadeira loucura. Um dia Stanley descobre que uma feira popular itinerante tinha chegado à cidade. Ao visitá-la, fica tão fascinado que, incapaz de suportar por mais tempo viver na casa do tio, vai com a feira para longe dali, passando a trabalhar numa barraca onde havia peixinhos dourados. E foi assim que veio a conhecer Pancho Pirelli, um homem capaz de nadar com as piranhas."

Ler um excerto aqui.






"Heinrich e Jósef conheceram-se na Polónia. Heinrich tinha chegado há pouco tempo da Alemanha, porque o pai não queria que o filho crescesse num país onde então dominavam o ódio, o preconceito, o abuso do poder e todas as formas de fanatismo. Naquele tempo, o homem que tinha subido ao poder resolveu dominar o mundo e perseguir todos aqueles que considerava serem de raças inferiores como os judeus ou os ciganos, e também todas as pessoas que lhe opusessem resistência. Esse homem chamava-se Adolf Hitler. Esta história, escrita com grande sensibilidade, conta-nos como Heinrich, e o seu amigo judeu, Jósef, apesar de tudo o que sofreram, conseguiram manter uma amizade que ficou para a vida. A autora mostra-nos ainda como o amor pelos livros e pela leitura, e a capacidade humana de criar beleza são importantes para promover a paz entre os povos. O Caderno do Avô Heinrich foi considerado um dos melhores livros de 2013 pela jornalista Carla Maia de Almeida."

Mais informação aqui.






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5.° e o 6.° ano de escolaridade.


"Dois lenhadores voltam do trabalho na floresta para casa, numa noite fria de inverno, quando veem uma estrela-cadente. Ao aproximarem-se do salgueiro onde a estrela caiu, deparam-se com uma criança envolta num manto dourado, enfeitado com estrelas. Um deles leva a criança para casa, onde ela cresce: um menino vaidoso e cruel. 

Que dificuldades terá este menino de enfrentar até que encontre o verdadeiro sentido da humildade, respeito pelo próximo e amor aos demais?"






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com Temas Científicos no 3º ciclo de escolaridade e para Leitura Autónoma no Ensino Secundário.



"A geografia mói-te até ao tutano? Cansado dos miseráveis mapas, nauseabundos montes de rochas e impossíveis nomes de terras? Diz adeus às aborrecidas lições de geografia quando as tempestades te sacudirem todo...Sobressalta-te com as trovoadas a rasgarem os céus. Corre em busca de salvação enquanto um tornado arrasa as casas. Espanta-te com o homem que foi atingido sete vezes por relâmpagos... e sobreviveu. E se isto não for suficientemente tempestuoso para ti... lê o livro e descobrirás muitas coisas reais e assustadoras do clima e do tempo. Vais ver que os ventos, a chuva e os trovões são avassaladoramente excitantes!"






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História Universal no 3º ciclo.



"Nasci em 1944. Não sei a data exacta do meu nascimento. Não sei que nome me puseram. Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do Holocausto…
As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente. "


Ler mais informação aqui.







"E tudo começou num grande encontrão. A minha história e a do Zeca começou assim mas antes de terminar muita coisa vai acontecer porque a minha escola é um mundo onde habitam alunos muito diferentes, eu, o Zeca, o Pirapóra, o Tiago Ping-Pong, a Maria Sarabandovitch e ou outros, muitos outros, todos diferentes e todos iguais… uma história fantástica cheia de voltas e reviravoltas onde José Fanha nos conta, como só ele sabe fazer, uma história que se podia passar  em qualquer escola do nosso país.  Com a globalização e as suas implicações raciais, culturais e socioeconómicas, a interculturalidade ganhou uma dimensão acrescida e tem na Escola e nos seus agentes um meio efectivo de aplicação. O que se pretende transmitir é a necessidade de uma sociedade sem "diferenças", onde haja espaço para todos, sem qualquer tipo de discriminação. Com "O Meu Amigo Zeca Tum Tum", conceitos como igualdade, tolerância ou cidadania global deixam de ser abstracções para os jovens - são realidades que eles conhecem de todos os dias."    






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.



"Margarida Fonseca Santos, em Uma questão de azul-escuro, aborda de uma forma bastante sensível e intimidativa um tema muito actual, o Bullying, que é um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir os outros.

Luís é um menino do primeiro ciclo que, um dia, ao passar no Beco da Agonia, um local pouco iluminado, foi surpreendido por dois rapazes mais velhos que o agrediram, deixando-lhe o corpo cheio de manchas azuis.

Toda a história se desenrola a partir do momento em que a professora de ginástica descobre… "



Ler um excerto aqui.









Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para alunos do 5º e 6º anos sem hábitos de leitura, destinado a leitura orientada.


"CRÍTICAS DE IMPRENSA


Já imaginaste o que diriam as chuteiras do Eusébio, o apito do árbitro ou a camisola do Pelé se resolvessem falar, contando as suas aventuras? (...) Um documento obrigatório, dir-se-á sem exagero, pois se sobre o futebol, hoje, quase toda a gente dá sentenças, por que motivo não auscultar também a opinião dos outros e menos falados intervenientes no espetáculo, que, por acaso, até têm ação direta no jogo? Quem melhor do que a própria bola, por exemplo, para nos falar do assunto? (...) Por isso, aqui fi cam sete episódios que recordam algumas das maiores proezas da nossa seleção. Da primeira vitória sobre os nossos vizinhos espanhóis aos nossos dias. Numa perspetiva diferente, como já se disse, mas que, tenho a certeza, vais adorar. in prefácio, Rui Tovar "






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.



"Todos nós vivemos acontecimentos extraordinários, conhecemos pessoas especiais, presenciamos momentos irrepetíveis. O problema é que, quando começamos a crescer, começamos também a esquecer muitos desses acontecimentos, dessas pessoas, desses momentos. É para isso que servem os Diários. Para guardar a nossa memória. Um dia, resolvi chamar o menino que já fui à escrita e pedi-lhe para escrever algumas das coisas de que ele ainda se lembra: os colegas, a avó, o pai, as múltiplas e, por vezes, contraditórias aprendizagens de que é feito o nosso crescimento. E assim nasceu este Diário que é um bocadinho verdadeiro e um bocadinho inventado e que foi escrito pelo menino já crescido que sou." 






"A liberdade, muitas vezes, acaba por sobreviver graças a espaços tão apertados quanto o lava-loiças de um fotógrafo. Esta é a história, baseada num episódio real (passado com os avós do autor), de um pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro- Húngaro, que emigrou para os EUA e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve de fugir para debaixo de um lava-loiças."

"O livro tem apenas 170 páginas e muitos bonecos pelo meio. Olhos, muitos olhos, e mais uns quantos semelhantes ao da capa. Mas não se trata de um livro infanto-juvenil. A história em si baseia-se num facto real - a família do autor teve um pintor judeu escondido debaixo do lava-loiças durante meses, no decurso da II Guerra Mundial - mas a vida do pintor é ficcional.
Jozef Sors nasce numa grande casa do império Austro-Húngaro, filho do mordomo e de uma engomadeira, nos finais do século XIX. O proprietário da casa é Moller, um coronel do exército, que também tem um filho de tenra idade e logo decide contratar um precetor para tratar da educação de ambos, democraticamente. Ao contrário do que seria de esperar, os rapazes não se tornam amigos: Wilhelm é um leitor compulsivo, que considera que "a última página de um livro é a primeira do próximo", tal como os fumadores inveterados acendem um cigarro no outro; Jozef, por seu turno, é um desenhador frenético que, desde que aprendeu a pegar num lápis, não faz outra coisa senão desenhar em papéis, paredes, terra ou até em pensamentos; Havel Kopecky, o precetor, entende que o mais importante é ensinar-lhes filosofia desde cedo.

Um mordomo que não entende metáforas e abomina armas, um coronel sensível que por vezes enfeita o cabelo com flores, a menina Frantiska que mora na casa vizinha e que adora que lhe empurrem o baloiço enquanto concebe estranhas teorias, são algumas das personagens inverosímeis que influenciam o jovem Jozef, também ele atreito a elaborar uma teoria sobre "o problema da dispersão e a lei de Andronikos relativa à árvore de Dioscórides". Complicado? Nem por isso, já que adolescentes cheios de certezas teóricas nunca faltaram, nem faltarão. Até ao pintor se esconder debaixo do lava-loiças de um fotógrafo da Figueira da Foz, pois, só várias páginas depois e muitos anos volvidos...

O livro é muito imagético e recheado de metáforas, onde se sucedem frases sentenciosas e de uma certeza inabalável, para nos capítulos seguintes descobrirmos que, afinal, certezas e teorias também podem cair por terra, mesmo que já seja tarde para emendar o engano. Não se trata da defesa desta ou daquela "verdade", mas de sintética, ingénua e quase poeticamente traçar a linha dos pensamentos de um ser humano, à medida que cresce e evolui. Surrealista, também!

Citações:

"- Parece-me uma grande felicidade que, quando se olhe para o mundo, pareça sempre que é a primeira vez que o fazemos."

"As esquinas são propícias às cervejarias, pois parece que chamam clientes de um lado e do outro, fregueses perpendiculares que se cruzam a meio de uma cerveja."



"- Somos mesmo esquisitos: a escuridão cega-nos e a luz também. Os olhos fechados deixam-nos sozinhos. Os olhos abertos mandam-nos para a prisão."



"Só sobrevivemos numa corda muito fina estendida sobre um abismo. Todo o ser vivo é um equilibrista. Todo o ser vivo é um mau equilibrista. Acabará sempre por cair."  






"Uma História sobre Bullying, Coragem e Amizade

Crescer é um desafio enorme. Mas às vezes é difícil decidir que caminho devemos seguir. A Escolha É Minha é uma coleção sobre as opções que tens de tomar todos os dias com histórias de vida contadas por jovens como tu. Esta história, Bicicleta à Chuva, podia bem ser a tua ou quem sabe a de alguém que conheces.
O Jaime carrega um enorme segredo: um grupo de rufias, os Alcaides, toma conta da sua vida de muitas maneiras, deixando-lhe o corpo e a mente com marcas difíceis de apagar.
O Valdomiro, o chefe dos Alcaides, luta para, de alguma forma, conseguir ser importante naquele bairro tão complicado.
Um dia, em frente à paragem do autocarro, o Jaime vê uma bicicleta antiga encostada ao muro de pedras, e desenha-a. Cai uma chuva miudinha, mas o dono da bicicleta, o Joaquim, não se incomoda com isso, e interessa-se por aquele desenhador.
Nasce assim uma amizade capaz de revolucionar a vida do Jaime e de muitos outros. Queres saber como? Então, vem daí!



Um livro tão comovente e emocionante que os mais novos não vão conseguir parar de ler! 


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para alunos do 5º e 6º anos sem hábitos de leitura, destinado a leitura orientada.

"Na sequência de Contos da Terra do Dragão, as autoras oferecem agora ao público esta obra, que traz para Portugal algumas das lendas e dos mitos mais conhecidos entre os Chineses: estes incluem a mitologia chinesa das «narrativas sobre seres divinos e espíritos», mais abrangente, mas também os mitos de criação do Universo e dos seus seres, façanhas de fundadores, inventores e heróis, feitos de guerra e combates a desastres naturais como o dilúvio, etc. 
Este trabalho destina-se mais ao grande público do que aos especialistas. No entanto, as autoras procuraram não esquecer os estudantes de língua e cultura chinesas, como prova a opção de manter em chinês o título dos mitos, das personagens principais e dos cenários importantes para o enredo mitológico."

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Novidades de fevereiro

A nossa Biblioteca tem mais algumas novidades. Obrigada, professora Daniela, pela oferta!



"A versão original do livro data de 1986, sob o título "Diary of a Teenage Health Freak" e foi escrito por Aidan McFarlane e Ann McPherson, dois renomeados psiquiatras britânicos que se notabilizaram pelo seu trabalho com adolescentes. A edição portuguesa surgiu em 1990 pela editora Europa-América, traduzida pelo conhecido pedopsiquiatra Mário Cordeiro, amigo dos autores originais. Mais do que uma simples tradução, o Dr. Mário Cordeiro optou por fazer uma adaptação para a realidade portuguesa. Por isso, em vez do very british Peter Payne da versão original, a edição portuguesa narra as desventuras de Pedro Dores, um jovem tipicamente português de 14 anos que vive em Lisboa com os seus pais, as suas irmãs Cristina e Susana e o cão Tejo. 

Tudo começa numa aula de Biologia, quando Pedro argumenta um hipotético problema cardíaco para não fazer a aula de Educação Física, ao que a professora reage dizendo-lhe que ele sofre de hipocondríase. Não sabendo o que quer dizer esse termo, ele recorre a um Dicionário Médico para descobrir que basicamente quer dizer a mania de ter doenças. A partir daí, sempre que confrontado com alguma questão de saúde, Pedro recorre ao Dicionário Médico para tirar dúvidas e ao seu diário para documentar as suas descobertas. Além disso, ao longo de um ano, o diário será um fiel confidente de Pedro sobre todas as suas aventuras e desventuras: o primeiro cigarro, a primeira bebedeira, um acidente de bicicleta, as turras com a irmã Susana, a conturbada vida amorosa e sexual da irmã Cristina, as discussões dos pais, as peripécias com os amigos Roque e João "Macaco" e as infrutíferas tentativas de conquistar Inês, a rapariga de quem ele gosta. Isto para além de abordar várias questões que preocupam a adolescência como as transformações corporais, a droga, as doenças sexualmente transmissíveis e a menstruação.

Uma passagem do livro que se destacou particularmente e com a qual fiz sucesso na escola quando levei o livro para mostrar essa parte aos meus colegas foi aquela onde havia uma lista de termos de calão para os órgãos genitais e actividades escatológicas. Foi aí que eu e a maioria dos meus colegas nos deparámos pela primeira vez com termos como "ás-de-copas" ou "boca-do-corpo", que aí figuravam a par de todos os palavrões que conhecíamos. 

Este "Diário de um Adolescente com a Mania da Saúde" tornou-se um dos livros que definiram a minha adolescência, até porque me revia bastante no Pedro Dores de tal forma que quase que poderia ter sido eu a escrever certas passagens."  


"Bem, chegou o verão. Se pensas que pude finalmente livrar-me da escola e gozar umas férias à maneira, pois estás completamente enganado. Durante oito semanas, vi-me fechado num sítio chamado Campo Wannaporra, metade campo de férias e metade escola. Se já me conheces, sabes bem que sou capaz de me meter em sarilhos daqueles de fugir. Por isso, já estás a ver como estas «férias» vão acabar, ou não?


Se calhar não… Mas está tudo aqui escrito. O relato de como:

- Consegui fazer amigos na Aldeia dos Falhados, nomeadamente o Devora-Macacos

- Aprendi que há bullies em todo o lado, até em campos de férias 

- Detesto expressões como «proibido», «rédea curta», «regulamentos»

- Descobri que odeio urtigas, insetos (bahh!) e bróculos.



Está na hora de mandar o Rafe para o Campo Wannaporra. E, acredita... não vais querer perder isto!" 

Vê o booktrailer aqui.


 "Em vésperas de Natal há grande azáfama nos centros comerciais. As gémeas cobiçam um relógio para oferecerem ao pai, mas é muito caro e desistem de o comprar. Já na rua descobrem com espanto que relógio apareceu no bolso da Luísa. Como explicar tão estranha ocorrência? Artes mágicas de Pai Natal? A dúvida tinha um fundo de verdade que elas e os rapazes vão descobrir pondo em risco as próprias vidas."


"Adrian Mole é um adolescente com as preocupações existenciais de um adolescente: borbulhas; o corpo a crescer em sítios inesperados (inesperadamente); a cabeça a pedir explicações para todos os factos da vida; os factos da vida a fazerem «fintas» à cabeça; o desejo de fazer versos; o amor pela grande literatura universal; a paixão pela mulher-menina amada.

Quando Adrian Mole inicia o seu diário ele tem 13 anos e três quartos. Quando o acaba tem quinze anos completos. Pelo caminho fica o registo emocionante, inocente, engraçado e, quando calha, desesperado, do dia a dia de um rapazinho dividido e multiplicado entre e pelos pais (com uma tendência danada para se separarem e embriagarem...), a namorada, os professores, os amigos (entre 14 e 90 anos), a avó, o cão, os pais dos amigos, os vizinhos e o mundo em geral. Sue Townsend conseguiu escrever um livrinho tão perturbante que pode rivalizar, como disse Jilly Cooper, com esse outro livro de culto que tem por título À Espera no Centeio (The Catcher in the Rye), de J. D. Salinger (Difel, 2005)."
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Um belo dia, Adrian descobre que é um «intelectual», que está apaixonado, que a mãe não devia ter abandonado o pai para ir viver com um homem que a trata como «um objecto sexual», que a emancipação da mulher - incluindo a da mãe, da namorada e da mãe da namorada - é um facto irreversível e incómodo […] Este diário não se pode perder. Pode ser lido pelos pais e pelos filhos.»

Expresso

«O escritor Tom Sharpe confessa que Adrian Mole e a sua inexplicável e difícil simplicidade o fizeram enxugar os olhos muitas vezes, para as lágrimas não o impedirem de continuar a leitura. Confirmo. Este diário não se pode perder. Pode ser lido em férias e fora de férias. Pelos pais e pelos filhos. Por ingleses e por portugueses. Escrito em 1982 tornou-se - já! - um clássico do género. Um clássico tão apetitoso e irresistível como um chocolate Mars, a guloseima predilecta de Adrian.»"

Clara Ferreira Alves 




"Durante o período conhecido por puberdade, que pode durar entre três a quatro anos, o nosso corpo desenvolve-se e sofre alterações como nunca! O corpo de criança passa a corpo de adulto e durante esta passagem surgem imensas complicações.
Todos sabemos que o mais importante é a nossa personalidade, a nossa maneira de ser e não a nossa aparência, mas, apesar disso, nesta idade, o que importa é ter um aspeto fantástico... e isso é tarefa muito difícil."

COMENTÁRIOS DOS LEITORES
“FANTASTICO
Este livros aborda temas ligados à adolescência e aos problemas comuns com que os nosso "pequenos" começam a deparar-se. As ilustrações são divertidas o que leva a que não haja tanta inibição em consultar o livro porque, apesar de quererem passar a imagem de que o fazem por brincadeira, porque o livro é apelativo, a verdade é que vão tirando as suas dúvidas.´, sobre assuntos que muitas vezes têm vergonha de perguntar.”

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Novidades de fevereiro



"Em plena adolescência, Adrian Mole continua profundamente atormentado pelos dramas e peripécias que se sucedem na sua vida. Como se não bastassem as borbulhas, as discussões dos pais e os arrufos com a sua amada Pandora, vê-se perante a mais inesperada das notícias – vai ter um irmão e... quase em simultâneo, um meio-irmão!! O que poderia acontecer-lhe de pior? Hilariante e enternecedor, Adrian Mole continua a cativar sucessivas gerações de leitores em todo o mundo. "


"Neste novo volume do célebre autor de Diários, Adrian Mole, agora com 23 anos e ¾, vive desconsolada e melancolicamente num cubículo do apartamento em Oxford, de uma mulher bonita e cheia de sucesso – Pandora –, que maltrata constantemente o seu antigo namorado de infância. Ele continua a trabalhar no Ministério do Ambiente, onde é responsável pelos tritões – uma espécie que passou a detestar em segredo.

Este novo livro de Sue Townsend acompanha o génio incompreendido da Inglaterra Central em mais de uma das suas viagens pelo Vale dos Sonhos da Rejeição e da Humilhação, na procura das terras altas e soalheiras do amor retribuído e, sobretudo, da publicação do seu romance. 

Qualquer pessoa que alguma vez tenha sido jovem, que não tenha nascido dotada e que tenha tido vinte e três anos, reconhecerá no Adrian um herói com quem pode identificar-se, um herói dos nossos dias.

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Adrian tem agora 23 anos e ¾ e vive "desconsolada e melancolicamente" em Oxford, num cubículo do apartamento de uma mulher que é "bonita e cheia de sucesso" e ainda por cima se chama Pandora. E a saga diarística deste «herói dos nossos dias» continua…»

Público

«O seu êxito vem de uma mistura de piadas sensacionais às quais está subjacente uma crítica política e social séria, e da forma brilhante como aflora a vida contemporânea.»"

Sunday Times 


 "Adrian Mole já entrou na vida adulta, mas as coisas não estão a ser exatamente como ele esperava. Ainda a viver em casa dos pais, ainda apegado ao Pinky, o seu coelhinho, com um trabalho precário na biblioteca e às voltas com os padecimentos amorosos que Pandora lhe inflige, Adrian não se sente propriamente no papel do adulto plenamente realizado. Mas, se pensarmos bem, sem as vicissitudes e as farpas da vida moderna, sobre o que poderia escrever um poeta intelectual como Adrian? Uma das personagens mais queridas da literatura britânica e universal, Adrian Mole continua a deliciar-nos com as suas peripécias enternecedoras e hilariantes. 

Uma obra-prima da comédia e da sátira social."


 "Plano Nacional de Leitura

Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.



Com Crime e Castigo, a Editorial Presença inaugura a publicação da obra de um dos maiores escritores de sempre, numa nova e criteriosa tradução, feita directamente a partir do russo. Datado de 1866, este é o primeiro dos grandes romances que Dostoiévski escreveu já em plena maturidade literária, sendo, provavelmente, a mais bem conhecida de todas as suas obras. Recriando um estranho e doloroso mundo em torno da figura do estudante Raskólnikov, perturbado pelas privações e duras condições de vida, é uma das obras por excelência fundadoras da modernidade. Pelo inexcedível alcance e profundidade psicológica, sobretudo no que implica a exploração das motivações não conscientes e a aparente irracionalidade nos comportamentos das personagens, este autor russo tornou-se uma referência universal na literatura, sem perda de continuidade até aos nossos dias. Esta nova versão em língua portuguesa das obras de Dostoiévski, cuja qualidade permite ao leitor fruir plenamente da extraordinária riqueza dos textos originais, e da responsabilidade de Nina e Filipe Guerra."

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Novidades de fevereiro 2


"...esta obra proporciona uma viagem em que a ciência e o sonho, o real e o onírico se cruzam expressivamente, como parece sugerir a inscrição da capa “Uma história maravilhosa sobre a circulação do sangue”. O sonho de Alexandra, uma menina internada no hospital após um atropelamento, é a matéria ficcional deste conto em que, metaforicamente, se conta o percurso ou a viagem do sangue, identificado com um imenso rio de 100 000 Km, a partir de múltiplas sugestões e referências geográficas e culturais, inscritas no Património da Humanidade. Estes elementos, aliados às inúmeras menções de âmbito anatómico, por exemplo, fazem desta obra um objecto que proporciona um contacto lúdico com a Ciência. É fácil a aproximação dos jovens leitores a esta história relatada com vivacidade e entusiasmo, a partir de um discurso sensorial, por vezes, até, sinestésico, e frequentemente marcado por um tom coloquial e dialógico."
  


"Umas férias em caravanas puxadas por cavalos significam aventura para os Cinco! Sobretudo quando encontram um circo pelo caminho!

Mas o circo tem pessoas muito desagradáveis, que parecem ter planos mais sinistros do que mostrar umas simples palhaçadas. Que planos serão esses? "



Opinião dos leitores:

"Lembro-me de perguntar à minha mãe se podia levar o livro para ler, quando o vi num expositor! Ela disse que sim mas a principio ainda vacilou... Quando entrei no carro ela teve de voltar para trás porque se tinha esquecido de alguma coisa. Eu iniciei leitura... Só me lembro de ver a minha mãe entrar no carro e olhar para o número da página: 50! Em menos de dez minutos, que nem dei por passarem... _Mãe, adoro o livro, adoro as personagens, adoro tudo! Sou fã da Enid Blyton a partir de hoje! - dizia eu, eufórica por ter ainda uma coleção inteira para ler. E ainda tenho! Sou uma fã incondicional da autora e soube-o ao fim de apenas 50 páginas! NUNCA hei de parar de ler estes livros... NUNCA! Adorava fazer parte destas histórias e conhecer Os Cinco... Para além de serem personagens e não pessoas reais, para mim são mais do que amigos que me acompanharam em tantos momentos da minha vida e continuam a acompanhar..."



"Mais uma vez, Uderzo pega num tema actual para mais um aventura de Astérix. O drama instala-se na aldeia dos irredutíveis quando o druida descobre que a sua reserva de petróleo bruto acabou e que falta deste ingrediente coloca os gauleses à mercê das legiões romanas.

Astérix e Obélix vão ser obrigados a percorrer meio-mundo para encontrar este precioso ingrediente, sem o qual Panoramix não pode fazer a poção mágica. Nesta missão, terão de enfrentar um dos mais temidos espiões de César: Zerozerosix.

Uderzo, neste segundo álbum a solo, faz um tributo a René Goscinny, com o falecido argumentista a aparecer na pele de um beduíno. "



"Matasétix está pior que estragado: César ousou dizer que, de todos os povos da Gália, os Belgas são os mais corajosos. E o pior é que os terríveis Gauleses já nem sequer assustam os novos recrutas do campo de Factotum...

De trouxa ao ombro e acompanhado por Astérix e Obélix, o chefe parte imediatamente para a Bélgica. Aí, lança um desafio aos Belgas: o povo mais corajoso será aquele que destruir o maior número de campos romanos. E César é escolhido para arbitrar este duelo histórico! "


"Adrian Mole é um adolescente com as preocupações existenciais de um adolescente: borbulhas; o corpo a crescer em sítios inesperados (inesperadamente); a cabeça a pedir explicações para todos os factos da vida; os factos da vida a fazerem «fintas» à cabeça; o desejo de fazer versos; o amor pela grande literatura universal; a paixão pela mulher-menina amada.

Quando Adrian Mole inicia o seu diário ele tem 13 anos e três quartos. Quando o acaba tem quinze anos completos. Pelo caminho fica o registo emocionante, inocente, engraçado e, quando calha, desesperado, do dia a dia de um rapazinho dividido e multiplicado entre e pelos pais (com uma tendência danada para se separarem e embriagarem...), a namorada, os professores, os amigos (entre 14 e 90 anos), a avó, o cão, os pais dos amigos, os vizinhos e o mundo em geral. "


"Matasétix tem uma crise de fígado e vê-se obrigado a ir para as termas de Vichy. Astérix e Obélix acompanham-no, mas logo percebem que as termas não são o melhor local para quem gosta de bem comer e melhor beber... e vêem-se obrigados a ir para Arverne fazer turismo enquanto o chefe se restabelece. Ali travam amizade com os locais e ficam a saber que Júlio César, que tinha vencido o chefe Gaulês Vercingétorix, pretende fazer uma entrada triunfal na região... em cima do escudo do chefe gaulês derrotado. Como ninguém sabe onde o está o dito escudo, Júlio César incumbe Berloqus de o encontrar. É assim que os nossos amigos gauleses se vêem envolvidos em mais uma aventura, desta feita para encontrarem primeiro o precioso escudo e estragarem os planos a Júlio César. "


"O poderoso retrato de um jovem estudante na Inglaterra do século XIX
Em Rugby School uma escola pública da Inglaterra do século XIX, Tom Brown, um jovem estudante e os seus amigos vivem constantemente ameaçados por alguns rapazes mais velhos, entre os quais se destaca o cruel e sádico Flashman.
Quando o dr. Arnold assume o lugar de novo reitor do colégio ele vai herdar um local onde à noite reina o terror e onde os mais rudes jovens são obrigados a conviver sem a vigilância dos adultos ou regras. Apesar da violenta objecção por parte do seu "staff" e resistência de alunos mais velhos, Arnold inicia um programa de reformas radicais. Apoiado pela mulher, Mary, ele gradualmente vai reforçando os valores da verdade, lealdade e respeito entre os rapazes."




"Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 7.º ano, destinado a leitura autónoma.

Numa noite de dezembro, uma faroleira descobre um velho livro num baú que dera à costa. As letras douradas do título estão quase apagadas, as páginas cobertas de bolor são ilegíveis; só o papel das ilustrações resistiu...
De súbito essas imagens ganham vida e, um após outro, os heróis do livro contam à jovem a sua fabulosa história!
Billy Bones, o homem da cicatriz, lorde Trelawney, Ben Gunn, Jim Hawkins, o jovem e corajoso marujo, e Long John Silver, o pirata da perna de pau, sonharam todos eles descobrir o tesouro do sanguinário capitão Flint... "