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sábado, 20 de janeiro de 2018

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto


"Esquecer o Holocausto, é matar duas vezes"
Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto 
e prémio Nobel da Paz em 1986




“Pensei nos prisioneiros que permaneceram nus com um tempo gelado, afastado das suas famílias, despidos dos seus cabelos enquanto se preparavam para as câmaras de gás. Pensei também nos que eram mantidos vivos apenas para trabalhar até a morte. Acima de tudo, refleti no quão incompreensível o Holocausto permanece hoje. A crueldade foi tão profunda, a sua escala tão grande, a visão dos Nazis tão distorcida e extrema e o extermínio tão organizado e naturalmente calculado.”
(retirado daqui)



O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto comemora-se no dia 27 de janeiro, pois, nessa data, no ano de 1945, há exatamente 73 anos, os Aliados libertaram o campo de concentração de Auschwitz-Bikernau, símbolo máximo da barbárie e da desumanidade Nazi.
Recordar este período negro da História da Humanidade e assegurar que não se repete é um dever de todos.

Lembremos todas as vítimas do Holocausto, mas celebremos, também, a coragem daqueles que, com risco da própria vida, optaram por fazer o que consideraram ser correto: Aristides de Sousa Mendes, AlbertoTeixeira Branquinho, Carlos Sampaio Garrido ou o Padre Joaquim Carreira.









Na Biblioteca há livros que ajudam a conhecer melhor este tempo duro e amargo da história :




Este é um livro de José Jorge Letria sobre os horrores do holocausto quando as pessoas deixam de ter nome e passam a ser números…
Pode ser lido aqui.

"Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) foi o diplomata português que, à revelia de Salazar, emitiu mais de 300 mil passaportes que salvaram outros tantos judeus do terror nazi. “O diplomata português sabia que ia ser punido, mas talvez não tenha previsto a severidade do castigo. Foi-lhe movido um processo disciplinar na sequência do qual ficou proibido de exercer qualquer actividade profissional, o que o levou a morrer na miséria, em 1954, com a família dispersa e sujeita a enormes privações”, ... Pagou a coragem do humanismo com a demissão do cargo, a miséria e a humilhação. A justiça chegou mas tardou. O 25 de Abril de 1974 resgatou o País à ditadura e Aristides ao esquecimento."



"A Segunda Guerra Mundial está em curso. Os tempos são difíceis na Polónia, especialmente para os judeus. Alex é judeu e tem onze anos. Quando a sua mãe desaparece e o pai é “selecionado” pelo exército alemão para ir para um destino desconhecido, Alex, completamente sozinho, é obrigado a refugiar-se num edifício abandonado na Rua dos Pássaros onde vai aguentar um Inverno. Pacientemente, sem pressas, Alex vai sobrevivendo, enquanto espera o regresso do pai. Por um nicho de luz, Alex consegue vislumbrar os escombros, a degradação e miséria total a que aquela terra, outrora tão apetecível, foi votada.

Coragem e valentia não são excecionais em tempo de guerra, mas Alex só tem 11 anos e a sua história é, na verdade, sobre o desejo de alguém vencer a crueldade e a injustiça."



"Heinrich e Jósef conheceram-se na Polónia. Heinrich tinha chegado há pouco tempo da Alemanha, porque o pai não queria que o filho crescesse num país onde então dominavam o ódio, o preconceito, o abuso do poder e todas as formas de fanatismo. Naquele tempo, o homem que tinha subido ao poder resolveu dominar o mundo e perseguir todos aqueles que considerava serem de raças inferiores como os judeus ou os ciganos, e também todas as pessoas que lhe opusessem resistência. Esse homem chamava-se Adolf Hitler. Esta história, escrita com grande sensibilidade, conta-nos como Heinrich, e o seu amigo judeu, Jósef, apesar de tudo o que sofreram, conseguiram manter uma amizade que ficou para a vida. A autora mostra-nos ainda como o amor pelos livros e pela leitura, e a capacidade humana de criar beleza são importantes para promover a paz entre os povos. O Caderno do Avô Heinrich foi considerado um dos melhores livros de 2013 pela jornalista Carla Maia de Almeida."

(Clicar sobre a imagem para ler o livro)

"Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História Universal no 3º ciclo.

"Nasci em 1944. Não sei a data exacta do meu nascimento. Não sei que nome me puseram. Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do Holocausto…"

As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente."


Podem, também, ser  consultados/requisitados os documentos que pode ver  aqui.

Também o DVD sobre os Direitos Humanos


pode ser requisitado. Nele, cada um dos 30 artigos da Declaração Universal para os Direitos Humanos está disponível como um anúncio, com a duração de trinta segundos a um minuto. Deste DVD faz ainda parte uma curta-metragem que conta a história de um miúdo que luta pelo seu direito de jogar basquetebol.
Estes pequenos filmes podem, também, ser vistos aqui.
Para mais informação ir aqui e aqui.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

"Sejam diferentes, tratem-se como iguais"


"Sejam diferentes, tratem-se como iguais"

Esta é a frase que Nuno Baptista e a sua Associação querem fazer passar a todos quantos vêem os seus vídeos ou lêem o livro que veio apresentar.



Hoje, recebemos a visita de Nuno Baptista, psicólogo, co-autor do livro "Diário de uma abelha nada aselha!" e co-fundador da Associação Projeto Be Equal, uma associação que, "falando de assuntos sérios de uma forma dinâmica e divertida, procura, desde muito cedo, transmitir e desenvolver nos jovens a ideia do respeito pela diferença." O BE EQUAL é um projecto de promoção de igualdade. Temas como igualdade de género, discriminação social foram abordados por Nuno Baptista nesta sessão com alunos de 5º e 6º Anos.

No livro que apresentou, "Diário de uma abelha nada aselha!", a BE é uma abelha que se identifica do seguinte modo:

“Olá! Eu sou a Be. Sou uma abelha muito abelhuda e ando sempre a esvoaçar e zumbir por todo o lado. Todos os dias conheço pessoas diferentes e inspiradoras, e tenho a oportunidade de viver experiências zumbasticamente fantásticas. Por isso, decidi escrever este diário que, agora, quero partilhar contigo. És de confiança, certo?! Eu acredito que sim! Mas, para acederes às abelhices que tenho para te revelar, terás de zumbir uma promessa ultrassecreta…Alinhas?! Vem daí!” — Um livro que aborda a temática da discriminação, de forma dinâmica, divertida e eficaz.“


Brevemente, a Biblioteca disponibilizará este livro para requisição domiciliária.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Bullying é tema na escola!





Cristina Vieira Caldas, professora e escritora, esteve, hoje, na nossa escola. A sessão com alunos de 7º Ano versou sobre o tema do livro "Para quê esconder?!", o bullying. Este é um problema cada vez mais presente nas escolas e, por isso, é importante falar sobre ele, não o deixar esquecido, ignorado. O psicólogo Marco Fontes esteve presente e frisou a importância de não esconder comportamentos violentos, intencionais, continuados sobre vítimas que, por medo, não os revelam a ninguém.

Para mais informações sobre bullying clicar aqui.

Quer(es) ler o livro? Então requisite(a)-o na Biblioteca.



Sinopse


"Considerado como um dos grandes problemas da sociedade actual, o Bullying é, cada vez mais, encarado como um problema da adolescência. Contudo, no dia-a-dia das escolas portuguesas o fenómeno é esquecido e muitas vezes ignorado pelos colegas, pais e docentes das vítimas. Esta obra - dedicada sobretudo aos mais jovens e às vítimas de bullying - narra alguns episódios fictícios, ocorridos numa escola, onde um rapaz “bem-comportado” sofre diariamente da violência física e psicológica dos seus colegas “bullies”. Uma história que passa despercebida aos olhos de quase toda a gente e que no final é exposta e solucionada. De cariz essencialmente pedagógico, “Para quê esconder?!” é um conto instrutivo e original"
Retirado daqui.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O Deus das Pequenas Coisas - uma sugestão de leitura


""O Deus das Pequenas Coisas" é a história de três gerações de uma família da região de Kerala, no sul da Índia, que se dispersa por todo o mundo e se reencontra na sua terra natal. Uma história feita de muitas histórias. A história dos gémeos Estha e Rahel, nascidos em 1962, por entre notícias de uma guerra perdida. A de sua mãe Ammu, que ama de noite o homem que os filhos amam de dia, e de Velutha, o intocável deus das pequenas coisas. A da avó Mammachi, a matriarca cujo corpo guarda cicatrizes da violência de Pappachi. A do tio Chacko, que anseia pela visita da ex-mulher inglesa, Margaret, e da filha de ambos, Sophie Mol. A da sua tia-avó mais nova, Baby Kochamma, resignada a adiar para a eternidade o seu amor terreno pelo Padre Mulligan. Estas são as pequenas histórias de uma família que vive numa época conturbada e de um país cuja essência parece eterna. Onde só as pequenas coisas são ditas e as grandes coisas permanecem por dizer. O Deus das Pequenos Coisas é uma apaixonante saga familiar que, pelos seus rasgos de realismo mágico, levou a crítica a comparar Arundhati Roy com Salmon Rushdie e García Márquez, e lhe valeu o Booker Prize."

Ler mais informação aqui e aqui.

"Provar" o livro clicando na imagem abaixo.



sexta-feira, 21 de julho de 2017

A casa dos deuses - uma sugestão de leitura


"Uma obra-prima do romance americano!


Seis estudantes de medicina - acabados de sair da faculdade e ávidos por desafios - vão lutar pela sua sobrevivência e sanidade mental durante o ano de internato. Numa corrida desenfreada para enfrentar as chamadas de urgência, as investidas amorosas das enfermeiras e os momentos de desânimo, aqueles que se autoproclamavam "os salvadores do futuro" vão agora viver a dura realidade da profissão que escolheram, num quotidiano para o qual a teoria não os preparara. Publicado pela primeira vez em 1978, "A Casa dos Deuses" converteu-se com os anos num verdadeiro livro de culto, que nenhum médico, estudante de medicina ou doente hipocondríaco poderá deixar de ler."

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Será Que as Mulheres Ainda Acreditam em Príncipes Encantados?- uma sugestão de leitura



"É um espectáculo único estarmos entre homens a beber imperiais num bar e a falar sobre «as miúdas» que passam e, de repente, com o tocar de um telemóvel, o maior Rambo do mundo torna-se num menino inocente e bem-comportado capaz de dizer as coisas mais extraordinárias: «Claro que me tou a portar bem, morzinho. Não, o rambinho não faz maldadezinhas e vai para casinha bem cedinho, queridinha.» Todas as palavras passam a utilizar o sufixo «inho». Reinventa-se a língua portuguesa, e comunica-se num dialecto próprio que só os amantes percebem. Neste livro, Rodrigo Moita de Deus aborda esta problemática de maneira simples e ao mesmo tempo profunda, num périplo divertido pela complexidade das relações humanas."

"As mulheres deixaram de acreditar em finais felizes ou simplesmente deixaram de acreditar nos homens? E têm razões para isso? E quantos sapos precisam de beijar até encontrarem um príncipe? Se as mulheres falam mais os homens falam sempre demais. Será que as mulheres acreditam em príncipes encantados? é um divertido livro de Rodrigo Moita de Deus que retrata a forma como os homens verdadeiramente olham para as mulheres e para as suas manias."

Interessado(a)? 
Leia um pouco clicando na imagem abaixo.





quarta-feira, 19 de julho de 2017

O Sonho Mais Doce - uma sugestão de leitura


“Em "O Sonho Mais Doce", o leitor é conduzido por uma saga familiar que atravessa três gerações, centrando-se o enredo, sobretudo, na década de 60, altura em que a casa de Júlia Lennox alberga uma grande quantidade de jovens, personificando o espírito de liberdade prevalecente na Inglaterra de então. Recuando até 1914, a autora apresenta-nos Philip Lennox e a sua noiva Júlia, tendo como pano de fundo a I Guerra Mundial. Do casamento entre ambos nasce um filho Johnny, que se tornará um comunista muito ativo. No limiar da II Grande Guerra Johnny apaixona-se por Frances, camarada do partido. Frances e os dois filhos que nascem desta união, abandonados por Johnny, vão morar com Júlia, entretanto já viúva. Já na década de 60, Sylvia, fruto de uma ligação amorosa de Johnny, também encontra refúgio em casa de Júlia. Sylvia sofre de anorexia mas apesar da doença consegue formar-se em medicina e depois de uma temporada em África regressa a Londres com dois jovens órfãos. Um retrato de três mulheres-coragem - Júlia, Frances e Sylvia - que aborda temas característicos de várias épocas como a guerra fria, a guerra do Vietname, as drogas, o surgimento da Sida em África, a anorexia e a depressão, entre outras.”


“Anunciado dia 11 de Outubro de 2007 pela Academia Sueca, o Prémio Nobel da Literatura galardoou Doris Lessing, autora britânica de 87 anos. Geralmente concedido a elementos do sexo masculino, Doris Lessing foi uma revelação tornando-se a décima primeira mulher a receber o prémio contra cento e cinco homens já laureados. Escritora incansável, Lessing evidencia-se pela limpidez narrativa e por um genial tratamento das personagens, lugares e situações. "Foi pioneira na criação de uma consciência feminista na literatura, tem uma atitude de observação do mundo interior e do mundo real", refere Hélder Macedo escritor e amigo pessoal da autora. Considerado o maior prémio no mundo das letras foi justamente atribuído a uma grande senhora cujo talento encanta pela inovação e sentido de humanidade.”


CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Um romance notável: pelo seu vigor e pelo seu interesse na justiça e no bem. Marca Lessing como uma virtuosa do século XXI».
The Times

«Os seus retratos das relações humanas são de uma beleza estonteante. Seria difícil descrever o esplendor deste livro».
The Times

«Filosófico e divertido, povoado por personagens memoráveis. Este é o romance mais absorvente de Lessing em muitos anos».
The Times Suplemento Literário

«A grande dama das letras inglesas mergulha em 1960. Uma mais valia para os fãs de Lessing. Novos leitores serão atraídos pela sua perspectiva cheia de energia e perspicaz».
Publishers Weekly

«O sonho de uma sociedade perfeita é o centro do novo romance de Lessing».
Kirkus Reviews

«O brilhantismo dos seus personagens, a paixão das suas ideias e visão, mantêm-se. Ela vai subir ao panteão com Balzac e George Eliot».
Independent

«Doris Lessing aparece cada vez mais como uma figura olímpica».
Financial Times

«O Sonho Mais Doce aborda uma verdade universal: a capacidade para dar e receber amor.»
Observer

«Um livro surpreendente, incendiário e confiante».
Spectator

Poderá iniciar a leitura deste livro clicando na imagem abaixo.




segunda-feira, 17 de julho de 2017

Porque é que os homens mentem e as mulheres choram - uma sugestão de leitura


"Sabe qual o motivo por que os homens só são capazes de fazer uma coisa de cada vez? E porque é que as mulheres têm tanta dificuldade em fazer marcha atrás? Por que é que os homens nunca encontram manteiga no frigorífico? E por que será que os homens e as mulheres nunca pensam a mesma coisa, no mesmo momento? E por que não deveriam os homens mentir às mulheres?"

"Allan e Barbara Pease são os autores de maior sucesso em todo o mundo nas áreas dos relacionamentos e da comunicação. Os 18 livros que escreveram em conjunto são best-sellers em mais de 100 países e contam com mais de 27 milhões de exemplares vendidos. Viajam por todo o mundo a dirigir workshops e conferências, e já colaboraram com algumas das empresas multinacionais de maior sucesso na implementação de técnicas de comunicação eficazes no local de trabalho. São também presença regular nos media em todo o mundo. Vivem a maior parte do tempo na Austrália, têm seis filhos e oito netos."

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Enquanto Salazar dormia - Uma sugestão de leitura



"Lisboa, 1941. Um oásis de tranquilidade numa Europa fustigada pelos horrores da II Guerra Mundial. Os refugiados chegam aos milhares e Lisboa enche-se de milionários e actrizes, judeus e espiões. Portugal torna-se palco de uma guerra secreta que Salazar permite, mas vigia à distância.
Jack Gil Mascarenhas, um espião luso-britânico, tem por missão desmantelar as redes de espionagem nazis que actuavam por todo o país, do Estoril ao cabo de São Vicente, de Alfama à Ericeira. Estas são as suas memórias, contadas 50 anos mais tarde. Recorda os tempos que viveu numa Lisboa cheia de sol, de luz, de sombras e de amores. Jack Gil relembra as mulheres que amou; o sumptuoso ambiente que se vivia no Hotel Aviz, onde espiões se cruzavam com embaixadores e reis; os sinistros membros da polícia política de Salazar ou mesmo os taxistas da cidade. Um mundo secreto e oculto, onde as coisas aconteciam «enquanto Salazar dormia«, como dizia ironicamente Michael, o grande amigo de Jack, também ele um espião do MI6. Num país dividido, os homens tornam-se mais duros e as mulheres mais disponíveis. Fervem intrigas e boatos, numa guerra suja e sofisticada, que transforma Portugal e os que aqui viveram nos anos 40."


"Domingos Freitas do Amaral é director da revista GQ, e cronista dos jornais Correio da Manhã e Record. Formado em economia, e com Mestrado em Relações Internacionais na Universidade de Columbia em Nova Iorque, iniciou a sua carreira jornalística n’O Independente, tendo depois sido director da revista Maxmen. Como cronista, escreveu para o Diário de Notícias, Grande Reportagem e Diário Económico.

Publicou igualmente outros romances, todos na Casa das Letras - Amor à Primeira Vista, O Fanático do Sushi, Os Cavaleiros de São João Baptista, Enquanto Salazar Dormia e Já Ninguém Morre de Amor e Quando Lisboa Tremeu. Vive em Lisboa e é pai de duas raparigas e um rapaz."

Conhecer o seu sítio aqui.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Danças & Contradanças - uma sugestão de leitura



"As sarcásticas histórias de Danças & Contradanças podem ser resumidas em duas palavras: malévolas e maliciosas. Como em muitos dos seus romances, Joanne Harris consegue combinar de uma forma única situações e personagens únicas - e até banais - com o extraordinário e o inesperado. Mais do que nunca, a autora dá largas à sua imaginação e apresenta-nos uma exuberante e prodigiosa caixa de Pandora, que contém tudo quanto é extravagante, estranho, misterioso e perverso. De bruxas suburbanas e velhinhas provocadoras, monstros envelhecidos, vencedores da lotaria suicidas, lobisomens, mulheres-golfinho e fabricantes de adereços eróticos, estas são vinte e duas histórias onde o fantástico anda de mãos dadas com o mundano, o amargo com o doce, e onde o belo, o grotesco, o sedutor e o perturbador estão sempre a um passo de distância."
Ler o conto "Fé e esperança vão às compras" aqui.
Requisitem o livro na BE.
Boas leituras!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Novidades de abril

Chegaram à BE novos livros, de uma aquisição de 2016. Chegaram finalmente!


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.



"Existe um país onde as pessoas quase não falam. Neste estranho país é preciso comprar e engolir as palavras para pronunciá-las. O pequeno Filipe precisa das palavras certas para abrir o seu coração à bela Sara. Mas como fazer? O que ele lhe quer dizer custa uma fortuna..."






"Quando o Estaleiro Simpson encerrou, as pessoas que tinham trabalhado ali tiveram de ir em busca do seu sustento noutros locais. Só o tio de Stanley ficou, transformando a casa da família numa empresa de conservas de peixe, o que tornou a vida de todos uma verdadeira loucura. Um dia Stanley descobre que uma feira popular itinerante tinha chegado à cidade. Ao visitá-la, fica tão fascinado que, incapaz de suportar por mais tempo viver na casa do tio, vai com a feira para longe dali, passando a trabalhar numa barraca onde havia peixinhos dourados. E foi assim que veio a conhecer Pancho Pirelli, um homem capaz de nadar com as piranhas."

Ler um excerto aqui.






"Heinrich e Jósef conheceram-se na Polónia. Heinrich tinha chegado há pouco tempo da Alemanha, porque o pai não queria que o filho crescesse num país onde então dominavam o ódio, o preconceito, o abuso do poder e todas as formas de fanatismo. Naquele tempo, o homem que tinha subido ao poder resolveu dominar o mundo e perseguir todos aqueles que considerava serem de raças inferiores como os judeus ou os ciganos, e também todas as pessoas que lhe opusessem resistência. Esse homem chamava-se Adolf Hitler. Esta história, escrita com grande sensibilidade, conta-nos como Heinrich, e o seu amigo judeu, Jósef, apesar de tudo o que sofreram, conseguiram manter uma amizade que ficou para a vida. A autora mostra-nos ainda como o amor pelos livros e pela leitura, e a capacidade humana de criar beleza são importantes para promover a paz entre os povos. O Caderno do Avô Heinrich foi considerado um dos melhores livros de 2013 pela jornalista Carla Maia de Almeida."

Mais informação aqui.






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5.° e o 6.° ano de escolaridade.


"Dois lenhadores voltam do trabalho na floresta para casa, numa noite fria de inverno, quando veem uma estrela-cadente. Ao aproximarem-se do salgueiro onde a estrela caiu, deparam-se com uma criança envolta num manto dourado, enfeitado com estrelas. Um deles leva a criança para casa, onde ela cresce: um menino vaidoso e cruel. 

Que dificuldades terá este menino de enfrentar até que encontre o verdadeiro sentido da humildade, respeito pelo próximo e amor aos demais?"






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com Temas Científicos no 3º ciclo de escolaridade e para Leitura Autónoma no Ensino Secundário.



"A geografia mói-te até ao tutano? Cansado dos miseráveis mapas, nauseabundos montes de rochas e impossíveis nomes de terras? Diz adeus às aborrecidas lições de geografia quando as tempestades te sacudirem todo...Sobressalta-te com as trovoadas a rasgarem os céus. Corre em busca de salvação enquanto um tornado arrasa as casas. Espanta-te com o homem que foi atingido sete vezes por relâmpagos... e sobreviveu. E se isto não for suficientemente tempestuoso para ti... lê o livro e descobrirás muitas coisas reais e assustadoras do clima e do tempo. Vais ver que os ventos, a chuva e os trovões são avassaladoramente excitantes!"






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História Universal no 3º ciclo.



"Nasci em 1944. Não sei a data exacta do meu nascimento. Não sei que nome me puseram. Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do Holocausto…
As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente. "


Ler mais informação aqui.







"E tudo começou num grande encontrão. A minha história e a do Zeca começou assim mas antes de terminar muita coisa vai acontecer porque a minha escola é um mundo onde habitam alunos muito diferentes, eu, o Zeca, o Pirapóra, o Tiago Ping-Pong, a Maria Sarabandovitch e ou outros, muitos outros, todos diferentes e todos iguais… uma história fantástica cheia de voltas e reviravoltas onde José Fanha nos conta, como só ele sabe fazer, uma história que se podia passar  em qualquer escola do nosso país.  Com a globalização e as suas implicações raciais, culturais e socioeconómicas, a interculturalidade ganhou uma dimensão acrescida e tem na Escola e nos seus agentes um meio efectivo de aplicação. O que se pretende transmitir é a necessidade de uma sociedade sem "diferenças", onde haja espaço para todos, sem qualquer tipo de discriminação. Com "O Meu Amigo Zeca Tum Tum", conceitos como igualdade, tolerância ou cidadania global deixam de ser abstracções para os jovens - são realidades que eles conhecem de todos os dias."    






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.



"Margarida Fonseca Santos, em Uma questão de azul-escuro, aborda de uma forma bastante sensível e intimidativa um tema muito actual, o Bullying, que é um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir os outros.

Luís é um menino do primeiro ciclo que, um dia, ao passar no Beco da Agonia, um local pouco iluminado, foi surpreendido por dois rapazes mais velhos que o agrediram, deixando-lhe o corpo cheio de manchas azuis.

Toda a história se desenrola a partir do momento em que a professora de ginástica descobre… "



Ler um excerto aqui.









Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para alunos do 5º e 6º anos sem hábitos de leitura, destinado a leitura orientada.


"CRÍTICAS DE IMPRENSA


Já imaginaste o que diriam as chuteiras do Eusébio, o apito do árbitro ou a camisola do Pelé se resolvessem falar, contando as suas aventuras? (...) Um documento obrigatório, dir-se-á sem exagero, pois se sobre o futebol, hoje, quase toda a gente dá sentenças, por que motivo não auscultar também a opinião dos outros e menos falados intervenientes no espetáculo, que, por acaso, até têm ação direta no jogo? Quem melhor do que a própria bola, por exemplo, para nos falar do assunto? (...) Por isso, aqui fi cam sete episódios que recordam algumas das maiores proezas da nossa seleção. Da primeira vitória sobre os nossos vizinhos espanhóis aos nossos dias. Numa perspetiva diferente, como já se disse, mas que, tenho a certeza, vais adorar. in prefácio, Rui Tovar "






Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.



"Todos nós vivemos acontecimentos extraordinários, conhecemos pessoas especiais, presenciamos momentos irrepetíveis. O problema é que, quando começamos a crescer, começamos também a esquecer muitos desses acontecimentos, dessas pessoas, desses momentos. É para isso que servem os Diários. Para guardar a nossa memória. Um dia, resolvi chamar o menino que já fui à escrita e pedi-lhe para escrever algumas das coisas de que ele ainda se lembra: os colegas, a avó, o pai, as múltiplas e, por vezes, contraditórias aprendizagens de que é feito o nosso crescimento. E assim nasceu este Diário que é um bocadinho verdadeiro e um bocadinho inventado e que foi escrito pelo menino já crescido que sou." 






"A liberdade, muitas vezes, acaba por sobreviver graças a espaços tão apertados quanto o lava-loiças de um fotógrafo. Esta é a história, baseada num episódio real (passado com os avós do autor), de um pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro- Húngaro, que emigrou para os EUA e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve de fugir para debaixo de um lava-loiças."

"O livro tem apenas 170 páginas e muitos bonecos pelo meio. Olhos, muitos olhos, e mais uns quantos semelhantes ao da capa. Mas não se trata de um livro infanto-juvenil. A história em si baseia-se num facto real - a família do autor teve um pintor judeu escondido debaixo do lava-loiças durante meses, no decurso da II Guerra Mundial - mas a vida do pintor é ficcional.
Jozef Sors nasce numa grande casa do império Austro-Húngaro, filho do mordomo e de uma engomadeira, nos finais do século XIX. O proprietário da casa é Moller, um coronel do exército, que também tem um filho de tenra idade e logo decide contratar um precetor para tratar da educação de ambos, democraticamente. Ao contrário do que seria de esperar, os rapazes não se tornam amigos: Wilhelm é um leitor compulsivo, que considera que "a última página de um livro é a primeira do próximo", tal como os fumadores inveterados acendem um cigarro no outro; Jozef, por seu turno, é um desenhador frenético que, desde que aprendeu a pegar num lápis, não faz outra coisa senão desenhar em papéis, paredes, terra ou até em pensamentos; Havel Kopecky, o precetor, entende que o mais importante é ensinar-lhes filosofia desde cedo.

Um mordomo que não entende metáforas e abomina armas, um coronel sensível que por vezes enfeita o cabelo com flores, a menina Frantiska que mora na casa vizinha e que adora que lhe empurrem o baloiço enquanto concebe estranhas teorias, são algumas das personagens inverosímeis que influenciam o jovem Jozef, também ele atreito a elaborar uma teoria sobre "o problema da dispersão e a lei de Andronikos relativa à árvore de Dioscórides". Complicado? Nem por isso, já que adolescentes cheios de certezas teóricas nunca faltaram, nem faltarão. Até ao pintor se esconder debaixo do lava-loiças de um fotógrafo da Figueira da Foz, pois, só várias páginas depois e muitos anos volvidos...

O livro é muito imagético e recheado de metáforas, onde se sucedem frases sentenciosas e de uma certeza inabalável, para nos capítulos seguintes descobrirmos que, afinal, certezas e teorias também podem cair por terra, mesmo que já seja tarde para emendar o engano. Não se trata da defesa desta ou daquela "verdade", mas de sintética, ingénua e quase poeticamente traçar a linha dos pensamentos de um ser humano, à medida que cresce e evolui. Surrealista, também!

Citações:

"- Parece-me uma grande felicidade que, quando se olhe para o mundo, pareça sempre que é a primeira vez que o fazemos."

"As esquinas são propícias às cervejarias, pois parece que chamam clientes de um lado e do outro, fregueses perpendiculares que se cruzam a meio de uma cerveja."



"- Somos mesmo esquisitos: a escuridão cega-nos e a luz também. Os olhos fechados deixam-nos sozinhos. Os olhos abertos mandam-nos para a prisão."



"Só sobrevivemos numa corda muito fina estendida sobre um abismo. Todo o ser vivo é um equilibrista. Todo o ser vivo é um mau equilibrista. Acabará sempre por cair."  






"Uma História sobre Bullying, Coragem e Amizade

Crescer é um desafio enorme. Mas às vezes é difícil decidir que caminho devemos seguir. A Escolha É Minha é uma coleção sobre as opções que tens de tomar todos os dias com histórias de vida contadas por jovens como tu. Esta história, Bicicleta à Chuva, podia bem ser a tua ou quem sabe a de alguém que conheces.
O Jaime carrega um enorme segredo: um grupo de rufias, os Alcaides, toma conta da sua vida de muitas maneiras, deixando-lhe o corpo e a mente com marcas difíceis de apagar.
O Valdomiro, o chefe dos Alcaides, luta para, de alguma forma, conseguir ser importante naquele bairro tão complicado.
Um dia, em frente à paragem do autocarro, o Jaime vê uma bicicleta antiga encostada ao muro de pedras, e desenha-a. Cai uma chuva miudinha, mas o dono da bicicleta, o Joaquim, não se incomoda com isso, e interessa-se por aquele desenhador.
Nasce assim uma amizade capaz de revolucionar a vida do Jaime e de muitos outros. Queres saber como? Então, vem daí!



Um livro tão comovente e emocionante que os mais novos não vão conseguir parar de ler! 


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para alunos do 5º e 6º anos sem hábitos de leitura, destinado a leitura orientada.

"Na sequência de Contos da Terra do Dragão, as autoras oferecem agora ao público esta obra, que traz para Portugal algumas das lendas e dos mitos mais conhecidos entre os Chineses: estes incluem a mitologia chinesa das «narrativas sobre seres divinos e espíritos», mais abrangente, mas também os mitos de criação do Universo e dos seus seres, façanhas de fundadores, inventores e heróis, feitos de guerra e combates a desastres naturais como o dilúvio, etc. 
Este trabalho destina-se mais ao grande público do que aos especialistas. No entanto, as autoras procuraram não esquecer os estudantes de língua e cultura chinesas, como prova a opção de manter em chinês o título dos mitos, das personagens principais e dos cenários importantes para o enredo mitológico."