domingo, 15 de novembro de 2015
Pesquisando informação
Dá gosto ver alunos utilizando diversas fontes para recolher informação para a realização de um trabalho!
Visita à biblioteca.
Os alunos de 5º Ano visitaram a biblioteca. Para poder aproveitar todas as potencialidades da BE é necessário saber como funciona, como está organizada.
A sessão de apresentação deste espaço que se pretende que seja o coração da escola, começou com a história de José Eduardo Agualusa, "Sábios como camelos", que pode ser lida aqui.
"Sábios como camelos" é a história de um grão-vizir que gostava muito de ler. Sempre que fazia viagens, levava consigo quatrocentos camelos carregados de livros que caminhavam em ordem alfabética. A cáfila era uma verdadeira biblioteca sobre patas. Sempre que o grão-vizir queria ler, fazia parar os camelos e sabia exatamente onde encontrar o livro que queria ler.
Tal como os camelos seguiam caminho dispostos por uma determinada ordem, também os documentos na BE estão organizados por forma a ser fácil localizá-los sempre que necessitamos de um. Assim, além de tomarem conhecimento das diversas áreas da BE, os alunos ficaram a conhecer a CDU, Classificação Decimal Universal, o sistema de classificação utilizado na nossa biblioteca e o mais usado internacionalmente.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Feira de Outono
Integrada no projeto
de alimentação saudável, a nossa escola realizou a Feira de Outono, no dia 10 de novembro, a partir das 9.30 horas e até cerca do meio-dia. Pretendeu-se
pôr à disposição da Comunidade Educativa produtos variados que contribuissem/contribuam para
uma alimentação racional.
Esta atividade envolveu
todos os alunos da escola e foram muitos os que aderiram com entusiasmo
trazendo para a feira produtos típicos da época (legumes, frutos, leguminosas,
ovos, animais de pequeno porte, …).
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Para abrir o apetite!
A entrada de biblioteca engalanou-se com fotos de legumes e frutos com um aspeto delicioso, de fazer crescer água na boca. O professor Fernando, pôs a sua imaginação e arte à prova e fez um trabalho maravilhoso, não acham? A Feira de Outono teve uma bela apresentação!
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O dia em que a barriga rebentou ou a importância da alimentação na nossa saúde!
As
turmas de 5º Ano vieram à biblioteca ouvir a história de José Fanha
" O dia em que a barriga rebentou". ( Ler aqui)
" O
dia em que a barriga rebentou" é a história de uma família de
pássaros bisnaus que comiam, comiam sem peso nem medida. Claro que isso teve
consequências para o mais comilão de todos, o Bisneco Zeco-Teco Patarudo: foi parar ao hospital!
Após
ouvirem este conto, em trabalho de grupo, os alunos fizeram diversas listas:
listas de alimentos prejudiciais à saúde que eram
consumidos pelos Bisnaus e pelo
Bisneco Zeco-Teco Patarudo; de
doenças/problemas de saúde resultantes da alimentação incorrecta e excessiva do
Bisneco Zeco-Teco Patarudo; de comportamentos errados; de alimentos
recomendados pelo médico e de comportamentos a adoptar pelo Bisneco Zeco-Teco Patarudo para ter saúde.
Na parte final da atividade, corrigiu-se o trabalho realizado e dialogou-se sobre a importância da alimentação na saúde e bem estar das pessoas.
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terça-feira, 19 de maio de 2015
Odeio as Cidades, uma crónica da Ana Beatriz Sousa
Mas afinal o que são as cidades? Entulhos de aldeias nos quais se reduzem as árvores e se aumenta o cimento... Asfalto para cá! Tijolo para lá! As cidades não passam de uma grande concentração de cinzento com pequenos detalhes a cor, a que se chamam parques, mas que no final de contas não passam de um aglomerado de campos, só que na aldeia cada casa tem um campo e na cidade juntam-nos todos num sítio adicionam um pouco de cinzento, água e metal e passa logo a um local muito mais fino! Se, por acaso, eu disser que ontem passei a manhã no campo, toda a gente se reduz à sua ignorância e ninguém comenta, mas se, pelo contrário, disser que fui passear ao parque ficam interessados em saber se fui só passear o cão ou também levei um livro para ler.
Claro que isto é só o princípio! Mais pessoas e menos árvores implicam também uma grande falta de oxigénio! Eu já sou asmática, mas respirar o ar que já passou 74 pessoas só de manhã antes de eu sair de casa para o respirar é dose...
Isto, para não falar da barulheira infernal que é a cidade! Piiii! Piiii! Alguém passou a passadeira enquanto estava verde para os carros. Bling! Blong! Bling! Blong! A filha da minha vizinha deve estar a chegar da escola. É isso ou o senhor da MEO que ontem não percebeu que aqui no prédio ninguém pretende esse serviço! Plim! Plim! Plim! Provavelmente ainda ninguém veio arranjar a canalização velha do prédio da frente. Fiiiiiii! Pum! Será que alguém faz anos ou é só um bando de miúdos a querer mostrar a sua força? Ding! Dong! Agora deve ser o marido da vizinha de baixo que chegou do trabalho. Na cidade não há direito a "Piu! Piu!" ou "Cácárácácá!", são só barulhos irritantes! E talvez o pior deles todos seja o "Terrim!" constante dos telemóveis, se bem que sempre é melhor do que quando toca uma música que eu já não aprecio nada, mas mesmo assim o telemóvel consegue pô-la ainda pior!
E associado a este barulho todo está o trânsito constante! Na rua, não se vê rua, só carros, carrinhas e camiões. As camionetas vão de tal maneira sobrelotadas que aquele peso não pode ser seguro. O metro só passa nos sítios para onde não quero ir. E os táxis ou vão cheios ou o condutor parece saído de uma seita de toxicodependentes.
Portanto, quando me perguntam porque desisti da faculdade quatro horas depois de me ter inscrito, pensem! Se eu não aguento quatro horas na cidade vou aguentar três anos!?
"A princesa e a ervilha" de Hans Christian Andersen.
Os alunos e alunas do 4º ano, da EB1 da Estrada, ouviram a história "A princesa e a ervilha" de Hans Christian Andersen. Gostaram da história e ilustraram-na. Aqui estão alguns dos desenhos:
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Das histórias se faz História
As histórias marcaram o início da Semana da Leitura. A Ana Beatriz de 9º Ano deliciou os professores com uma história de amor maravilhosa que ainda hoje, muitos anos volvidos faz sonhar os portugueses. Efetivamente, a trágica paixão entre D. Pedro I e D. Inês de Castro continua a comover-nos pela sua força, intemporalidade e por todos os sentimentos envolvidos: intriga, ódio, inveja, conflito de interesses, amor.
Inês de Castro, coroada depois de morta - ler mais aqui.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
João Pedro Mésseder na escola
O escritor João Pedro Mésseder esteve na nossa escola no dia 12 de março, dando início à Semana da Leitura.
Os alunos de 5º Ano e as professoras trabalharam algumas das obras de JPM. Assim, na sessão de receção ao escritor, houve, teatro, música e poesia.
Uma das atividades desenvolvidas e apresentadas na sessão de boas-vindas ao escritor foi a realização de um teatro Kamishibai com a história tradicional "A gaita milagrosa" recontado por João Pedro Mésseder no livro "Contos e Lendas de Portugal e do Mundo".
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quarta-feira, 18 de março de 2015
Poesia II
A Ana Francisca, aluna do 9ºA, escreveu um pequeno texto sobre o que a poesia é para ela.
O texto
poético, para mim é o tipo de texto mais sentimental e mais rico. Porquê lê-lo?
É efetivamente um texto mais difícil para análise, mas também é um desafio à
nossa atividade cognitiva.
Na aula li
um poema: ”O menino da sua mãe” de Fernando Pessoa. Nele era retratada uma das
piores consequências da guerra: a morte de uma pessoa querida, neste caso um
filho. Este poema tem dois objetos principais: o lenço e uma cigarreira que frisam
bem o carinho e a afeição de ambas para com o jovem soldado morto. O Eu poético
localiza a morte do jovem: “no plaino abandonado”. O que eu acho mais emotivo
neste poema é o facto de a esperança permanecer viva dentro daquela mão e
daquela criada, a esperança que ele (o soldado) volte são e salvo de uma
batalha que na verdade lhe acabaria por tirar a vida.
Em suma se
vocês alguma vez se perguntarem: “Porquê ler um poema?”, pensem que aquele
texto constituído por estrofes, versos, não é só um texto, mas sim uma
expressão dos sentimentos e das vontades mais profundas de um poeta. Fernando
Pessoa, na minha opinião, é o melhor poeta Português de sempre, morreu faz
muitos anos, mas a sua poesia prevalece no tempo. Por isso, recomendo vivamente
a leitura de poemas, não esquecendo que podemos estar a ler um pedaço de
história.
Ana Francisca Cabral Gomes
N 3
Turma: 9 A
"O menino de sua mãe" de Fernando Pessoa
No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»
(agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
“ Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe
“ Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe
Este poema, cantado por Mafalda Veiga, pode ser ouvido aqui.
A poesia I
A Ana Beatriz Sousa, aluna do 9º A, realizou um trabalho sobre a poesia e em particular sobre um poema de Fernando Pessoa. Vale a pena ler!
"A poesia é uma das mais belas formas de arte! É uma arte em que a musicalidade, a harmonia e a imaginação se fundem num só, formando um pedaço de paraíso.
Na minha opinião, a poesia é uma arte dos inteligentes, no entanto, acessível a qualquer um. A poesia é a magia das palavras. A poesia é o encanto das palavras. A poesia é um jogo de palavras, um jogo em que ninguém perde e todos ganham, um jogo em que quem escreve tem o prazer de escrever e quem lê tem o prazer de ler, um jogo que não podia ser mais justo nem mais satisfatório.
Em aula, analisei o poema “O menino da sua mãe” que é uma homenagem a todos os caídos em batalha. Haverá mais bela forma de arte do que aquela que homenageia alguém? O poema choca e abana ideias e não será também esse o propósito da poesia? Abanar ideias!? Fernando Pessoa quando escreve a homenagem em verso procura mostrar o outro lado da guerra. O lado dos homens caídos, primeiro, a arrefecer e, depois, a apodrecer. O lado das mães, dos entes queridos à espera em casa, a rezar para que tudo corra pelo melhor. O lado dos olhares vazios dos homens que já não sentem, que já não estão neste mundo. E não será esse outro propósito da poesia? Mostrar-nos o mundo através de um olhar que não é deste mundo!?
Enfim, quem não aproveita e desfruta desta forma de arte, está a perder a vista mais próxima do céu."
Não posso deixar de colocar aqui este magnífico poema dito por Sindo Filipe
ou cantado por Mafalda Veiga.
No
plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe
a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão
jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»
(agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»
Caiu-lhe
da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra
algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá
longe, em casa, há a prece:
“ Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe
“ Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Bru Junça nos Jardins de Infância do agrupamento
A Ângela do JI de Jovim redigiu este texto relatando a visita da contadora de histórias Bru Junça.
"O JI de Jovim
recebeu a visita da contadora de histórias Bru Junça que contou várias
histórias, encadeando o mesmo personagem em diferentes contextos temporais e
situacionais. Ambos os grupos do JI de Jovim deliraram com a beleza expressiva
e cativante que a Bru revelou em cada momento de entoação, reflexão e diálogo
marcado pelas diferentes histórias apresentadas e exploradas interativamente
com as crianças. Todavia, as crianças também tiveram oportunidade de acompanhar
a narração das histórias com canções e melodias entoadas pela voz da autora e ao
som da viola.
Foi sem dúvida
uma manhã deveras gratificante que revelou, o quanto é importante a literacia e
o fascínio de saber escutar histórias com a simplicidade de quem quer transmitir
mensagens para serem refletidas, interpretadas e descodificadas por quem escuta
com o mesmo encanto de as relembrar e posteriormente, comunicar e descrevê-las
a outros.
Na verdade, a finalidade
de contar histórias requer a magia de proporcionar ao público ouvinte momentos
de diálogo, reflexão e sonho tão imprescindíveis para a libertação de
sentimentos e emoções. Como defende Satre: “O homem é sempre um contador de
histórias. Ele vê tudo o que acontece através delas. E, ele tenta viver a sua
vida como se estivesse contando uma história.”
Para reforçar o
quanto é marcante estes encontros com a literacia, os registos gráficos das
crianças falam por si, o momento mágico que a Biblioteca do Agrupamento (BECRE)
e a Bru Junça lhes proporcionaram."
sábado, 14 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Dia dos namorados
Está presente, na Biblioteca e no placard exterior, uma exposição bibliográfica subordinada ao tema AMOR.
A decoração (fruto da imaginação do Professor Fernando) tem como base os lenços de namorados, típicos do Minho.
Para conhecer mais sobre esta tradição, ver aqui.
Concurso Nacional de Leitura
Realizou-se no mês de janeiro a 1ª Fase do Concurso Nacional de Leitura. Alunos de 7º, 8º e 9º anos realizaram a prova sobra as obras
“História de Uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar”, de Luís
Sepúlveda
“O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” de
Jorge Amado e
“Palavra Mágica” in "Contos"
de Virgílio Ferreira.
Ficaram apurados para a 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura os alunos:
Gonçalo
Mendes Martins 7ºC
Sofia
Oliveira Silva 7º D
Ana
Francisca Cabral Gomes 9ºA
Serão o Gonçalo, a Sofia e a Ana Francisca que representarão a escola na 2ª Fase do CNL (a fase distrital), que se realizará na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, em data a anunciar.
Muitos parabéns a estes alunos.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
70º Aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz
Celebrou-se o 70º Aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz, um campo de morte onde morreram mais de 1,3 milhões de pessoas
Nesta data, a BE preparou uma pequena exposição bibliográfica sobre a II Guerra Mundial.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Escritor na escola
Nuno Meireles esteve, na sexta-feira, no auditório da nossa escola. Aluno/as de 9º Ano e professores assistiram comovidos à apresentação que o próprio fez do seu percurso de vida.
Foi uma verdadeira lição, uma aula de vida aquela que o Nuno nos deu. Apesar de todas as limitações físicas que tornam difíceis todas as atividades do dia a dia, mostrou-nos que o ser humano é mais do que aquilo que se vê. É espírito, é alma, é força que faz com que o impossível se realize.
Obrigada, Nuno.
Para conhecer melhor o escritor Nuno Meireles : http://www.nunomeireles.net/
Os alunos e professores presentes deixaram, no painel em http://pt-br.padlet.com/becrejovimfs/nunomeireles, os seus sentimentos, as suas opiniões sobre a sessão com o escritor.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Nuno Meireles na nossa escola
Sexta-feira, dia 28, pelas 10.30h, a nossa escola recebe o escritor Nuno Meireles para apresentar a sua obra, "Amar depois de amar".
Esta é a terceira obra literária de Nuno Meireles. O escritor que nasceu em 1976, em Amarante, é formado em Engenharia informática e Mestre e Doutorando em Sociologia. Apesar de ser portador de paralisia cerebral, Nuno Meireles já escreveu três livros, sempre com os pés. As outras duas obras já editadas são "A Vida e Eu", um romance autobiográfico e "Duas vidas, um destino", um romance, editado 2011.
Para saber mais sobre Nuno Meireles, veja aqui, aqui e aqui.
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