Cristina Vieira Caldas, professora e escritora, esteve, hoje, na nossa escola. A sessão com alunos de 7º Ano versou sobre o tema do livro "Para quê esconder?!", o bullying. Este é um problema cada vez mais presente nas escolas e, por isso, é importante falar sobre ele, não o deixar esquecido, ignorado. O psicólogo Marco Fontes esteve presente e frisou a importância de não esconder comportamentos violentos, intencionais, continuados sobre vítimas que, por medo, não os revelam a ninguém.
Para mais informações sobre bullying clicar aqui. Quer(es) ler o livro? Então requisite(a)-o na Biblioteca.
Sinopse
"Considerado como um dos grandes problemas da sociedade actual, o Bullying é, cada vez mais, encarado como um problema da adolescência. Contudo, no dia-a-dia das escolas portuguesas o fenómeno é esquecido e muitas vezes ignorado pelos colegas, pais e docentes das vítimas. Esta obra - dedicada sobretudo aos mais jovens e às vítimas de bullying - narra alguns episódios fictícios, ocorridos numa escola, onde um rapaz “bem-comportado” sofre diariamente da violência física e psicológica dos seus colegas “bullies”. Uma história que passa despercebida aos olhos de quase toda a gente e que no final é exposta e solucionada. De cariz essencialmente pedagógico, “Para quê esconder?!” é um conto instrutivo e original"
Esta semana, os alunos de 1º Ano vieram à biblioteca ouvir a história de Emily Horn "Desculpa... por acaso és uma bruxa?". Conheceram o Leonardo, um gatinho que se sentia muito sozinho porque não tinha amigos.
Depois, em grupo, montaram gatinhos com figuras geométricas. Ficaram bonitos, não ficaram?
"Plural, democrática e independente, de caráter informativo e abrangente – assim se apresenta “A Casa do João – Revista de Literatura Infantil e Juvenil”, uma revista que se espera esclarecedora e atrativa no contacto com o público.
Editada pela Tropelias & Companhia – Associação Cultural, em parceria com o Centro Cultural de Amarante e o Centro Unesco de Amarante.
De periocidade trimestral, de informação geral, especializada, informativa e didática, dirige-se a crianças, pais, educadores e professores.
Respeitando os princípios consagrados na Convenção sobre os Direitos da Criança, rege-se por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer sujeição de ordem ideológica e política.
Aborda temáticas diversificadas, aposta numa forte componente gráfica e visual, já que está também disponível em formato online, e oferece jogos didáticos e passatempos.
“A Casa do João – Revista de Literatura Infantil e Juvenil” nasce com o primordial objetivo de contribuir para a formação de cidadãos informados, conscientes e participativos. Estimular a leitura e fomentar o gosto pelos livros no público infantil é uma das grandes missões que norteiam a direção do projeto.
As normas éticas e deontológicas do jornalismo são escrupulosamente seguidas."
Estreou, no passado dia ,1 o filme de João Botelho, em que é recriada a obra de Fernão Mendes Pinto, "Peregrinação".
" “Em março de 1537, aos 26 ou 28 anos, Fernão Mendes Pinto, fugindo à miséria e estreiteza da sua vida, partiu para a Índia em busca de fama e fortuna”. Assim, no meio de uma terrível tempestade,começa este filme que relata os sucessos e as desventuras deste escritor aventureiro que, no decurso de 21 anos em que esteve no Oriente, foi “13 vezes cativo e 16 ou 17 vendido”. Mas, em vez da fortuna que pretendia, foram-lhe crescendo os trabalhos e os perigos. Aventureiro sim, mas também peregrino, penitente, embaixador, soldado, traficante e escravo, Fernão Mendes Pinto foi tudo e em toda a parte esteve. “Por extraordinária graça de Deus” regressou salvo para nos deixar um extraordinário livro de viagens, numa escrita hábil e fulgurante, carnal e violenta, terra-celeste. Esse livro de viagens editado três dezenas de anos após a sua morte transformou-se no primeiro best-seller da língua portuguesa,sendo traduzido e publicado em todos os reinos da Europa. A PEREGRINAÇÃO que agora vos apresentamos narra pedaços dessa observação aguda, exacerbada, exagerada que, na sua fascinante pressa de contar, aquele aventureiro dos sete mares nos deixou. Desventuras sim (“cada acção tem uma paga, cada pecado um castigo”) mas também sucessos: o cometimento e a grandeza das descobertas ou “achamentos” de outras terras e de outras gentes,no século de oiro da História de Portugal. Um filme de aventuras!"
Que obra é "Peregrinação"? Quem foi Fernão Mendes Pinto? Em que mundo viveu?
"No século XVI Fernão Mendes Pinto percorreu o Oriente, interdito aos ocidentais até aí. De regresso contou as suas aventuras, num relato que muitos consideraram fantasia. Hoje é consensual o valor histórico e literário do testemunho desta "Peregrinação".
No livro, o autor narra a sua vida, de aventuras e desventuras, e as suas viagens pelo Oriente, ao longo de 21 anos, em relatos com descrições muito pormenorizadas dos povos, das línguas e das terras por onde passou e onde revela admiração e fascínio pela grandiosidade dessas civilizações.
No Ocidente da época ninguém acreditava que o Oriente fosse assim tão rico e tão diferente quanto a tradições culturais. O autor é acusado por muitos de exagero, tendo ficado célebre o dito popular «Fernão, Mentes? Minto!». Contudo, é hoje indiscutível o valor do seu testemunho, escrito com elementos verídicos e de ficção.
“Peregrinação” torna-se um sucesso, um pouco por toda a Europa da época, pelos conhecimentos amplos sobre o Oriente. Teve dezanove edições, em seis línguas."
Fernão Mendes Pinto "Andou embarcado, foi soldado, corsário, missionário e mercenário. Viajou pelo Oriente português de quinhentos, conheceu a China e o Japão. Foi prisioneiro e escravo, e um dos primeiros aventureiros europeus a contar o Oriente à Europa.
Fernão Mendes Pinto (1510?-1583?) nasceu em Montemor, mas ainda jovem foi para Lisboa, onde ficou ao serviço do Duque D. Jorge, irmão do rei D. João II.
Alguns anos depois parte para a India e nos vinte anos seguintes vai percorrer o mundo vivendo aventuras e procurando fortuna.
Durante esse percurso entra em guerras e missões diplomáticas. Naufraga. É prisioneiro e vendido como escravo.
Conhece Francisco Xavier e torna-se missionário, partindo para o Japão como diplomata, envergando o hábito. Desilude-se dos Jesuítas e regressa às suas deambulações.
Regressado a Portugal casa e tem filhos. Escreve o livro “A Peregrinação”, onde relata as suas deambulações pela Ásia. A obra só será editada 20 anos depois da sua morte.
A última reedição deste livro é constituída por três volumes. Um deles tem a versão original do livro em Português da época. Dos outros, um é a versão em inglês e os restantes, também em inglês – para internacionalizar a obra – trazem anotações e um índice bibliográfico."
"A grande aventura de um português no Oriente constitui a primeira narrativa de viagens portuguesa. Fernão Mendes Pinto vai em busca de fortuna e regressa com histórias que não cabem no imaginário ocidentaI. Que mundo é este da "Peregrinação" quinhentista?
Andavam as caravelas portuguesas na epopeia dos Descobrimentos, quando Fernão Mendes Pinto decide embarcar à procura de novas oportunidades de negócio. A viagem encetada em 1537 irá durar 21 anos, um tempo de venturas e desventuras nos confins da Ásia, onde por 13 vezes é cativo e 17 vezes vendido. O que nenhum ocidental tinha até então observado é por ele relatado na primeira pessoa, espetador e personagem principal de uma realidade exótica, com povos, culturas , paisagens e animais fantásticos de terras que ficavam do outro lado do mundo.
Fernão Mendes Pinto escreve “Peregrinação”, uma narrativa descritiva, dinâmica e colorida da presença portuguesa no oriente, com informações importantes sobre a história e a geografia de outras civilizações, a que não faltam episódios de crueldade e duras críticas à atuação dos portugueses naquelas paragens e à desmesurada ganância dos homens. A veracidade de alguns relatos foi no entanto posta em causa e, o seu autor, desacreditado e rotulado de mentiroso. Realidade misturada com alguma ficção, certo é que este livro do aventureiro português é comparado em grandiosidade ao poema épico de Luís de Camões, seu contemporâneo.
Seguimos a história desta “Peregrinação” de uma vida, obra-prima publicada no início do século XVII, com sucesso imediato e traduções para as principais línguas europeias, no excerto do documentário “Grandes Livros”."
A RTP realizou um documentário intitulado "Nos Passos de Fernão Mendes Pinto".
"No âmbito da comemoração dos 500 anos do nascimento de Fernão Mendes Pinto, provavelmente o maior aventureiro português, o autor Gonçalo Cadilhe apresenta um documentário dividido em dois episódios de 50 minutos cada sobre a vida, as viagens e a obra "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto.
O documentário decorre nalguns dos países do Oriente por onde Mendes Pinto passou, nomeadamente Índia, Indonésia, China, Japão, Vietname, Malásia e Cambodja. É portanto um documentário de viagens, num registo informal e mochileiro, em que Gonçalo Cadilhe vai interligando os lugares por onde passa e as experiências que vivencia com temáticas da História de Portugal e Universal do período dos Descobrimentos, com questões polémicas relacionadas com a biografia de Fernão Mendes Pinto e naturalmente com episódios da Peregrinação.
Tal como declara no início do documentário, Gonçalo Cadilhe não pretende reconstituir os itinerários da Peregrinação, tarefa aliás ingrata se não mesmo impossível dadas as imprecisões da obra, nem sequer apresentar uma biografia tout-court de Fernão Mendes Pinto. Pretende-se, isso sim, ?lançar pistas, abrir portas, provocar reflexões? sobre a maior obra de literatura de viagens da língua portuguesa e toda a conjuntura histórica que a envolveu. Para além das cenas ?on the road?, que constituem a principal fatia do documentário, ?Nos Passos de Fernão Mendes Pinto? tem a participação de vários académicos portugueses, da área da História e da Literatura, especializados em Fernão Mendes Pinto."
"Depois do alimento, do abrigo e da companhia, as histórias são a coisa de que mais precisamos na vida."
Philip Pullman
O elefante
acorrentado é uma história que faz parte
da obra "Deixa-me que te conte". de Jorge Bucay.
“— Não
consigo — disse-lhe. — Não consigo!
— Tens a
certeza? — perguntou-me ele.
— Tenho! O
que eu mais gostava era de conseguir sentar-me à frente dela e dizer-lhe o que
sinto… Mas sei que não sou capaz.
O gordo
sentou-se de pernas cruzadas à Buda, naqueles horríveis cadeirões azuis do seu
consultório. Sorriu, fitou-me olhos nos olhos e, baixando a voz como fazia
sempre que queria que o escutassem com atenção, disse-me:
— Deixa-me
que te conte…
E sem
esperar pela minha aprovação, o Jorge começou a contar.
Quando eu
era pequeno, adorava o circo e aquilo de que mais gostava eram os animais.
Cativava-me especialmente o elefante que, como vim a saber mais tarde, era
também o animal preferido dos outros miúdos. Durante o espectáculo, a enorme
criatura dava mostras de ter um peso, tamanho e força descomunais… Mas, depois
da sua actuação e pouco antes de voltar para os bastidores, o elefante ficava
sempre atado a uma pequena estaca cravada no solo, com uma corrente a
agrilhoar-lhe uma das suas patas.
No
entanto, a estaca não passava de um minúsculo pedaço de madeira enterrado uns
centímetros no solo. E, embora a corrente fosse grossa e pesada, parecia-me
óbvio que um animal capaz de arrancar uma árvore pela raiz, com toda a sua
força, facilmente se conseguiria libertar da estaca e fugir.
O mistério
continua a parecer-me evidente.O que é que o prende, então? Porque é que não
foge?
Quando eu
tinha cinco ou seis anos, ainda acreditava na sabedoria dos mais velhos. Um
dia, decidi questionar um professor, um padre e um tio sobre o mistério do
elefante. Um deles explicou-me que o elefante não fugia porque era amestrado.
Fiz,
então, a pergunta óbvia:
— Se é
amestrado, porque é que o acorrentam?
Não me
lembro de ter recebido uma resposta coerente. Com o passar do tempo, esqueci o
mistério do elefante e da estaca e só o recordava quando me cruzava com outras
pessoas que também já tinham feito essa pergunta.
Há uns
anos, descobri que, felizmente para mim, alguém fora tão inteligente e sábio
que encontrara a resposta:
O elefante
do circo não foge porque esteve atado a uma estaca desde que era muito, muito
pequeno.
Fechei os
olhos e imaginei o indefeso elefante recém-nascido preso à estaca. Tenho a certeza
de que naquela altura o elefantezinho puxou, esperneou e suou para se tentar
libertar. E, apesar dos seus esforços, não conseguiu, porque aquela estaca era
demasiado forte para ele.
Imaginei-o
a adormecer, cansado, e a tentar novamente no dia seguinte, e no outro, e no
outro… Até que, um dia, um dia terrível para a sua história, o animal aceitou a
sua impotência e resignou-se com o seu destino.
Esse
elefante enorme e poderoso, que vemos no circo, não foge porque, coitado, pensa
que não é capaz de o fazer.
Tem
gravada na memória a impotência que sentiu pouco depois de nascer.
E o pior é
que nunca mais tornou a questionar seriamente essa recordação.
Jamais,
jamais tentou pôr novamente à prova a sua força…
— E é
assim a vida, Damião. Todos somos um pouco como o elefante do circo: seguimos
pela vida fora atados a centenas de estacas que nos coarctam a liberdade.
Vivemos a
pensar que «não somos capazes» de fazer montes de coisas, simplesmente porque
uma vez, há muito tempo, quando éramos pequenos, tentámos e não conseguimos.
Fizemos,
então, o mesmo que o elefante e gravámos na nossa memória esta mensagem: «Não
consigo, não consigo e nunca hei-de conseguir.»
Crescemos
com esta mensagem que impusemos a nós mesmos e, por isso, nunca mais tentámos
libertar-nos da estaca.
Quando,
por vezes, sentimos as grilhetas e as abanamos, olhamos de relance para a
estaca e pensamos:
Não
consigo e nunca hei-de conseguir.
O Jorge
fez uma longa pausa. Depois, aproximou-se, sentou-se no chão à minha frente e
prosseguiu:
— É isto
que se passa contigo, Damião. Vives condicionado pela lembrança de um Damião
que já não existe, que não foi capaz.
A única
maneira de saberes se és capaz é tentando novamente, de corpo e alma… e com
toda a força do teu coração!”
"Foi o mais destrutivo sismo de que há registo no nosso país. A capital portuguesa sofreu grandes estragos e mortandade também devido ao maremoto e ao incêndio que se seguiram. O litoral sul português e o Algarve também foram atingidos.
Na manhã do dia 1 de Novembro de 1755 a terra tremeu durante vários minutos, derrubando edifícios e espalhando os seus destroços por toda a parte.
Minutos depois o rio cresceu pelas ruas da cidade, invadindo a baixa. Muitas pessoas que tinha fugido para as margens do Tejo com o objectivo de escapar aos edifícios que ruíam foram apanhadas pelas águas.
Quando as ondas se retiraram ficaram os incêndios que queimaram o que restava.
Neste extrato de documentário conheça a Lisboa de antes do terramoto, assista a uma simulação do sismo, conheça as suas causas e os seus efeitos."
As turmas de 5º e 6º Anos vieram à Biblioteca para ouvir falar de alimentação.
Cada sessão iniciou-se com uma história, que todos ouviram com atenção, e, depois, em trabalho de grupo foi feita a listagem dos alimentos prejudiciais e benéficos à saúde da personagem principal da história. Dialogou-se, ainda, sobre a alimentação saudável.
"Quem diria que meia hora de leitura diária significa mais anos de vida. É a conclusão de um estudo realizado por investigadores do Laboratório de Epidemiologia e Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, agora divulgado.
Depois de reunirem dados sobre os hábitos de leitura de mais de 3500 pessoas acima dos 50 anos, constatou-se que nos 12 anos seguintes a taxa de mortalidade dos leitores assíduos foi 20% inferior à de quem não era tão dedicado aos livros. E a esperança média de vida dos primeiros revelou-se 23 meses superior à dos segundos.
“As pessoas que reportaram uns meros 30 minutos de leitura diários de um livro tiveram uma significativa vantagem de longevidade em relação aos que não liam", sublinha Becca R. Levy, professora de epidemiologia em Yale, em declarações ao The New York Times.
Publicado no jornal Social Science and Medicine, o estudo levou em conta fatores como a idade, género, raça, educação, condição económica ou doenças para sugerir que "os benefícios de ler livros incluem uma vida mais longa para os poder ler".
A leitura assídua de jornais e revistas também se mostrou capaz de influenciar positivamente a longevidade, mas em muito menor grau do que os livros. "
Se estivesse vivo, Júlio Resende faria, no dia 23 de outubro, 100 anos.
Júlio Martins Resende da Silva Dias, pintor português que nasceu a 23 de outubro de 1917 em Valbom, Gondomar, Porto, e faleceu a 21 de setembro de 2011, aos 93 anos.
Diplomou-se em Pintura em 1945 pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde foi discípulo de Dórdio Gomes.
Fez a sua primeira aparição pública em 1944 na Iª Exposição dos Independentes. Em 1948 partiu para Paris, recebendo formação de Duco de la Haix e de Otto Friez. O trabalho produzido em terras gaulesas é exposto em Portugal em 1949 e as propostas atualizadas que Resende demonstra são acusadas pelos artistas portugueses, definindo a sua vocação de expressionista. Assimilou algum cubismo, vai construir na sua fase alentejana, e mais tarde no Porto, uma pintura caraterizada pela plasticidade e dinâmica, de malhas triangulares ou quadrangulares, aproximando-se de forma progressiva da não figuração. Do geometrismo ao não figurativismo, do gestualismo ao neofigurativo, a sua arte desenvolve-se numa encruzilhada de pesquisas, cuja dominante será sempre expressionista e lírica.
Pintor de transição entre o figurativo e o abstracto, Resende distingue-se também como professor, trazendo à escola do Porto um novo espírito aos alunos que a frequentaram na década de 1960.
A obra pictórica de Júlio Resende revela que ele compreendeu a pintura europeia, porque a observou, experimentou e soube transmitir aos pintores e aos alunos que ele formou na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.
Cavaco Silva referiu-se a ele como "grande Mestre da Arte Portuguesa do último século".
Em 1993 criou o Lugar do Desenho, sede da Fundação que adota o seu nome.
Algumas obras:
Caminhantes (1950)
Lavadeira (1951)
Mendigos (1954)
Pentecostes (1955) [pintura a fresco, altar-mor da Igreja da Nossa Senhora da Boa Esperança, Canaviais, Évora]
Pescadores (1957)
Moça (1982)
Ribeira Negra (1984)
Vitral da Igreja do Mosteiro de São Salvador de Grijó, Vila Nova de Gaia (1998)