Os trabalhos do AEG1 na exposição coletiva das Bibliotecas Escolares de Gondomar. A diversidade de trabalhos foi enriquecida com a participação dos diferentes ciclos.
Muito obrigada a todos que colaboraram neste projeto!
Na EBJFS, o Dia de S. Valentim foi comemorado por várias estruturas/disciplinas que envolveram a participação de vários alunos!
O programa Eco-Escolas, com a colaboração da disciplina de EV, elaborou a Árvore dos Afetos sensibilizando os alunos para a refleção sobre "o que é o amor" e "o que não é o amor".
No ano em que se celebra os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões, a biblioteca escolar associou-se à iniciativa estabelecendo a ponte com o temperamento apaixonado e sensibilidade à beleza feminina de Camões. Nesse âmbito, numa breve síntese integrou a instalação com referência a algumas das suas paixões e alguns dos seus poemas: "Descalça vai para a fonte", "Amor é fogo que arde sem se ver" e "Quem diz que amor é falso ou enganoso".
Ainda foi exposta uma receita para uma boa Amizade e uma fórmula do Amor.
A turma do 6.º B tamém celebrou o dia com um estendal da amizade.
Pesquisas
Luís Vaz de Camões, Um Poeta Genial, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ainda a propósito deste dia, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, é bom saber um pouco mais da vida de Luís de Camões. Embora já haja no blogue alguma informação sobre este grande escritor e personagem da história literária portuguesa, (ver aqui), o que é certo é que pouco se sabe da vida de Luís de Camões.
"Nasceu em Chaves? Passou por Coimbra? Viveu em Constância? Lutou em Marrocos? Os registos não existem e a genialidade da obra deixa o mito crescer e consolidar-se. Quem foi então Camões, o homem? Que vida terrena teve este deus das letras portuguesas?"
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra-se a 10 de junho, data da morte de Luís Vaz de Camões, um dos maiores poetas portugueses.
Neste dia, cantemos o Hino Nacional!
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
(Música de Alfredo Keil e letra de Henrique Lopes de Mendonça)
Podemos, também, fazer uma visita ao túmulo de Luís de Camões, no Mosteiro dos Jerónimos. É só ir por aqui.
No dia em que sabemos que o dia 5 de maio será comemorado o Dia Mundial da Língua Portuguesa, lembremos o grande poeta da nossa língua: Luís Vaz de Camões.
"Oator e declamador dá corpo e voz a Luís de Camões para saber pormenores "da vida mais desgraçada que jamais se viu". E diz que não há nenhum poeta português digno desse nome que não tenha dedicado um verso ao autor dos Lusíadas. Alguns estão no programa. Mário Viegas foi uma das figuras mais carismáticas do teatro português do século XX. Mas antes de ser ator, foi um “dizedor” de poesia, como se auto-intitulava. Numa vida inteira dedicada às palavras, que interpretou e recitou com um estilo inimitável, foi sempre um divulgador de poesia. Achava que Portugal tinha alguns dos maiores poetas do mundo, que mereciam ser ditos em voz alta para serem escutados, sentidos, e, talvez, entendidos. Foi a dizer poemas que chegou à televisão pública em 1984. Em Palavras Ditas ouvimos os poetas pela sua voz."
10 de junho é o Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas. É neste dia que se celebra o dia do nosso maior poeta: Luís de Camões, o cantor da gesta portuguesa, do amor, da desventura.
"Inspirado num passado glorioso, Camões busca a identidade de um povo nos Lusíadas. Quem somos, o que nos define, que missão temos na História? No épico texto, o poeta exalta os feitos sem ocultar defeitos. Com ele fazemos uma viagem coletiva de reflexão.
Foi muito depois da sua publicação, em 1572, que “Os Lusíadas” começaram a ser lidos e o poema ganhou estatuto incontestado de obra nacional. Através da epopeia de Vasco da Gama à Índia, Camões transporta-nos numa viagem coletiva de reencontro com um passado de glórias para inspirar um tempo futuro. A narrativa da aventura das descobertas, da abertura ao conhecimento, ao mundo e à modernidade, convida a uma meditação profunda sobre o espírito de um povo: heróis do mar ou marinheiros de naufrágios?
São algumas as questões que esta obra coloca sobre a identidade de Portugal, como refere Maria Vitalina Leal de Matos no vídeo que aqui mostramos. A professora catedrática, agora jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde lecionou Estudos Camonianos, começa por responder à pergunta lançada no título do artigo: “Porque razão é Camões um símbolo nacional?”"