Mostrar mensagens com a etiqueta Recursos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Recursos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de abril de 2024

Projeto #EstudoEmCasa Apoia - recurso do 25 de Abril

 


Ao longo deste ano, o projeto #EstudoEmCasa Apoia tem vindo a desenvolver, publicar e divulgar diferentes tipologias de conteúdos educativos digitais inerentes ao Projeto | Meio Século de Democracia: Testemunhos e Memória Intergeracional.

No momento em que celebrarmos os 50 anos da Revolução de 25 de Abril de 1974 acreditamos na utilidade desta partilha na qual se apresentam sugestões para a exploração dos diversos tipos de conteúdos (grande parte deles com Intérprete de Língua Gestual portuguesa) nomeadamente, entrevistas, poesia, webinários, projetos realizados por escolas, recursos resultantes de parcerias e um glossário, recentemente publicado.

Ver catálogo

domingo, 3 de dezembro de 2023

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência | 23

 

O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é celebrado anualmente a 3 de dezembro. O seu objetivo é promover os direitos e bem estar das pessoas com deficiência, na sociedade e a sua participação nos vários domínios social, cultural, económico e político.

Além disso, este dia visa também sensibilizar para o cumprimento da «Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência» e para a implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, no que concerne aos objetivos que, direta ou indiretamente, se relacionam com esta causa.

Em 2023 o tema é «Unidos na ação para recuperar e alcançar os ODS para, com e por pessoas com deficiência».

Foi proclamado o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência através da Resolução 47/3, adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 18 de dezembro de 1992.


Curta metragem "Circo das borboletas"

Canção "Pequeno-Trevo", de João Portugal 


Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência | Organização das Nações Unidas


terça-feira, 25 de abril de 2023

25 de abril 2023 - 49 anos de liberdade

 

Hoje, dia 25 de abril, celebra-se o 49.º aniversário da Revolução dos Cravos. 

Data marcante para o país, na qual se depôs o regime ditatorial do Estado Novo liderado por Salazar e se iniciou um processo que terminou com a implantação do regime democrático. 

Na EBJFS, foram dinamizadas atividades direcionadas aos alunos do 1.º CEB. 

Os alunos dos 1.º e 2.º anos de escolaridade, foram à biblioteca para assistir ao vídeo que tinha por referência o livro "A liberdade o que é?", de José Jorge Letria. 

De seguida, cada uma das crianças foi convidada a expressar oralmente e em registo gráfico o significado da palavra LIBERDADE. 


Também os alunos dos 3.º e 4.º anos foram à biblioteca para assistir ao vídeo do livro "O Tesouro", de António Manuel Pina.

 


Após um diálogo reflexivo sobre a história que reporta para o Portugal antes do 25 de abril e para a revolução da (re)conquista do tesouro que é a LIBERDADE. 

Em jeito de representação do Portugal antes e depois do 25 de abril, os alunos elaboraram um cartaz ilustrativo da importância da revolução para Portugal. 


 Para mais informações sobre o 25 de abril, consulta o histórico no link
 https://bibliotecaeb23jovim.blogspot.com/search?q=25+abril

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

100 anos de Eugénio de Andrade

 

Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, 1923-2005.

Hoje, 19 de janeiro de 2023, celebram-se os 100 anos do nascimento de Eugénio de Andrade (1923-2005), pseudónimo pelo qual o fundanense José Fontinhas ficou conhecido entre os amantes de literatura e poesia portuguesa. A sua obra foi descrita por José Saramago como sendo uma “obra do corpo a que chega mediante a depuração contínua”. Nesta breve homenagem relembramos a sua vida e obra, e para as celebrar lançámos um desafio a onze convidados. 

Para saber mais sobre a sua biografia, a sua obra, iniciativas no âmbito da comemoração do centenário do seu nascimento... clica aqui. 


É urgente o amor

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

 

 

 

 
 
 

A assinalar a comemoração o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o grupo da educação especial em articulação com as disciplinas de Cidadão+digital, Cidadão no Tempo e no Espaço, Cidadania e desenvolvimento e as Bibliotecas do Agrupamento desafiaram as diferentes turmas à reflexão sobre a temática. Para tal, disponibilizaram vários recursos como um breve texto do livro "Histórias para rapazes que ousam ser diferentes", de Ben Brooks que fala de Achmat Hassiem e duas curtas metragens "Cordas" e "Ian" enquanto provocadores da reflexão individual e em grupo turma. Posteriormente cada turma elaborou uma nuvem de palavras para colocar na porta da sala da respetiva turma. 

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Dia Internacional da Biodiversidade - 22 de maio



 

Para mais informações sobre o Dia da Biodiversidade e aceder aos materiais disponibilizados pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, clica aqui.

Em 2022, o Dia Internacional da Biodiversidade, sob o tema Construir um Futuro Partilhado, para todos os seres vivos na Terra, desafia todos a ter um papel ativo na proteção da biodiversidade, com 22 ações dirigidas a diversos públicos para inspirar movimentos individuais em prol da natureza.

Somos todos chamados à ação, a adotar qualquer uma, ou todas as ações pela biodiversidade, de entre as quais se destacam:
  1. Limpar uma área perto de si
  2. Restaurar uma área, perto ou longe
  3. Tire fotografias, NÃO apanhe nada
  4. Ajude os animais, pequenos e grandes

Alinhados com o tema, situam-se os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável divulgados pela ONU. 
Acede aqui à brochura dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.
Acede aqui ao guia “170 Ações Diárias para Transformar o Nosso Mundo”.



O Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto|Galeria da Biodiversidade - Centro Ciência Viva assinala a efeméride com um programa especial que poderá consultar aqui. 

segunda-feira, 25 de abril de 2022

25 de abril 2022 - 48 anos de liberdade

 


Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.

Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas


Os senhores da Revolução, os capitães de Abril

O país viveu 48 anos em ditadura até que o dia da liberdade amanheceu com o Movimento das Forças Armadas nas ruas. O Estado Novo caiu e Portugal libertou-se da censura e da opressão. Há homens que ficam para a História.

Salgueiro Maia: o capitão

O rosto mais visível da operação militar. Pragmático e firme. Comandou as tropas revolucionárias de Santarém até Lisboa na madrugada do 25 de Abril. Juntou 240 homens e há uma célebre declaração que lhe é atribuída: “Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos”.

Cercou os ministérios do Terreiro do Paço e o quartel da Guarda Nacional Republicana, no Carmo, onde estava Marcelo Caetano, o então chefe do Governo, que se rendeu, se demitiu e partiu para o exílio, no Brasil. Nas horas seguintes, era criada a Junta de Salvação Nacional.

Salgueiro Maia era capitão, frequentou a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, esteve na linha da frente da Revolução de Abril, a liderar momentos tensos, membro da comissão coordenadora do MFA desde o início. A marcha da coluna militar até ao Carmo é acompanhada por civis, por gente nas ruas, que gritam “Abaixo o fascismo”, “Liberdade! Liberdade!”.

Depois de Abril, retomou a carreira militar e recusou as honras e o protagonismo que o país lhe quis dar. Sempre recordado nas comemorações da Revolução, este ano, a sua vida está no grande ecrã. O filme “Salgueiro Maia – o implicado” acaba de estrear com histórias ainda não contadas sobre este capitão de Abril que morreu em 1992 com apenas 47 anos.

Vasco Gonçalves: o general

Militar, general, um dos coordenadores do MFA, integrou a comissão de redação do programa desse movimento, liderou o conselho revolucionário. Combateu na Guerra Colonial e percebeu que aquele conflito não fazia sentido. Por isso, aderiu ao Movimento dos Capitães em dezembro de 1973. Depois da Revolução, foi nomeado primeiro-ministro nos segundo, terceiro, quarto e quinto governos provisórios, no período que ficou conhecido como Processo Revolucionário em Curso (PREC). Morreu em 2005.

Vasco Lourenço: o coronel

As memórias de Abril apresentam-no como um dos principais impulsionadores do Movimento dos Capitães. Tenente-coronel, fez parte da comissão coordenadora do MFA, é preso nas vésperas da Revolução, transferido para Ponta Delgada, Açores, onde assiste ao golpe militar. Um dos fundadores e atual presidente da Associação 25 de Abril.

Otelo Saraiva de Carvalho: o estratega


Um dos nomes mais conhecidos do grupo dos militares de Abril, um dos homens que elaboraram o plano da Revolução. Sempre ao comando das operações. O estratega, o cérebro, o comandante, com vocação para a tática de artilharia. Morreu em julho do ano passado. Em 1983, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

Um homem polémico, candidato à Presidência da República por duas vezes, esteve preso por envolvimento na rede terrorista FP-25. Polémicas à parte, a história apresenta-o como um ícone da Revolução. Ao longo da vida, partilhou, diversas vezes, o que lhe ia na alma naquele Abril de 1974, no golpe que derrubou Marcelo Caetano que estava no Governo (Salazar tinha morrido há cerca de quatro anos). Correu tudo mais ou menos como tinha planeado. “Este povo, que viveu 48 anos sob uma ditadura militar e fascista, merecia mais do que dois milhões de portugueses a viverem em estado de pobreza”, disse, certo dia, à distância da Revolução. Nunca se arrependeu do 25 de Abril, em sua opinião, “o mais notável acontecimento da História contemporânea”. “Sou do 25 de Abril um orgulhoso protagonista”, referiu, em 2011, nas comemorações do dia da Revolução.

Podes aceder ao artigo integral do JN TAG aqui.

O dia em que a liberdade venceu - 25 de abril é uma data muito importante para todos nós, portugueses. Até para ti, que nasceste algumas décadas depois. Na edição de abril, podes ler um artigo em que te contamos o que aconteceu naquele dia de 1974 e porque foi tão importante.

Póster «O que é que o 25 de abril tem a ver comigo?», perguntas tu. «Muita coisa», respondemos nós. Descobre 12 coisas que hoje te facilitam a vida, mas que só são possíveis graças à Revolução dos Cravos.

A revista está disponível na biblioteca para consulta. 

RTP Ensina - Recursos

Vídeo - No 25 de abril de 1974 um grupo de militares derrubou a ditadura em Portugal e devolveu a liberdade à população. Num minuto fica a saber como funcionava o Estado Novo e o que aconteceu no dia da revolução.

Na madrugada de 25 abril de 1974, forças militares ocuparam pontos estratégicos em Lisboa e derrubaram a ditadura do Estado Novo, implantada também por militares em 1926. Para mais informações, clica aqui.

Público - As linhas da liberdade

Até que se pudesse gritar "Vitória!" no Largo do Carmo, em Lisboa, as voltas e os caminhos que a Revolução tomou foram muitos. Uns previsíveis (e planeados), outros nem tanto. Quando se comemoraram os 25 anos do 25 de abril, em 1999, o ex-jornalista do PÚBLICO Adelino Gomes (um dos repórteres de abril) trabalhou num suplemento, onde para além de uma notável reconstituição dos factos dos dias quentes da Revolução se revelaram os soldados da coluna de Salgueiro Maia que derrubaram a ditadura... 

Poderás aceder a uma apresentação sincronizada da Cronologia e Protagonistas, clicando aqui.


Centro de Documentação sobre o 25 de abril, da Universidade de Coimbra -  Arquivo Electrónico/ O 25 de abril para os mais novos
Fica a saber mais sobre o 25 de abril, consultando o artigo Portugal: Revolução e transição para a democracia
Para mais informações sobre o 25 de abril acede ao flipboard.

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Como trabalhar a guerra com as crianças e jovens? Propostas educativas/Recursos

Guerras e conflitos militares provocam sentimentos de medo e ansiedade e aumentam o discurso de ódio, a prática de violência e discriminação.

Habitualmente são as próprias crianças e jovens que abordam o tema e esta é uma oportunidade para educadores, pais - e professores bibliotecários - dialogarem com naturalidade.
A UNESCO apresenta oito sugestões que devem orientar este diálogo e das quais destacamos cinco:

 - Descubra o que sabem e como se sentem

O que sabes/ ouviste dizer sobre a guerra? Como é que te faz sentir? O que significa para ti?

Ler um livro, fazer um desenho, contar uma história e episódio da vida diária sobre o tema podem ser pontos de partida para responder a dúvidas e dialogar, de forma espontânea, rigorosa e sensível. É importante não desvalorizar as preocupações das crianças e assegurar-lhes que o que sentem é natural e que podem falar com um adulto de confiança sempre que quiserem.

- Mantenha-se calmo e adequado à idade

As crianças têm o direito de saber o que acontece no mundo e o educador tem o dever de as informar com sensibilidade, adequando a linguagem à sua idade e reações e poupando-as ao sofrimento, transmitindo-lhes que estão em segurança e que há muitas pessoas e instituições a trabalhar para construir a paz.

- Espalhe compaixão, não estigma

Na abordagem da guerra, é importante não atribuir rótulos que diminuem e discriminam os seus intervenientes (exemplo: “pessoas más”) e saber se as crianças e jovens estão a sofrer ou contribuir para o bullying e passar a mensagem de que a violência nunca é a resposta certa para um conflito e de que cada um deve fazer a sua parte para ajudar a resolver os problemas da sociedade.

- Concentre-se nos que ajudam

Identificar e partilhar histórias positivas de coragem e generosidade, discutir sobre modos de participar na ajuda aos refugiados e consciencializar para a paz – através de poster, história, poema, fotografia e angariação de bens - podem ser formas de obter e transmitir conforto e segurança.

- Limite a avalanche de notícias

A invasão da Ucrânia pela Rússia pode ser testemunhada em direto, através de vários canais de comunicação: televisão, imprensa, redes sociais.
Neste contexto, é importante que educadores e responsáveis pela biblioteca estejam atentos à forma como crianças e jovens, sobretudo os mais novos, estão expostos às notícias, pois muitas incluem conteúdos violentos e que discutam com elas fontes confiáveis e tempo que devem gastar a consumir estas notícias e as incentivem a entreterem-se de forma prazerosa, por exemplo, jogando um jogo em equipa ou lendo.


A Rede de bibliotecas disponibiliza um conjunto de propostas educativas, centradas nas crianças e jovens, que visam a reflexão e ação solidária em contexto de guerra e crise de refugiados:

Dinâmicas de acolhimento  

Sugestões de atividades 

Recursos para pensar 

Português Língua Não Materna 

Organismos de apoio 

Recursos específicos para alunos ucranianos 

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Pordata Kids - recursos

 

A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem novamente um Kit de Curiosidades para oferecer, desta vez exclusivamente às escolas com 2.º ciclo do ensino básico.

O Kit de Curiosidades é uma caixa com um póster e 100 perguntas “Sabias que…?” sobre a sociedade em que vivemos. A ideia é a leitura de um “Sabias que…?” por dia, na sala de aula, de modo estimular a discussão e reflexão sobre os temas, e a incentivar a procura de respostas factuais validadas, neste caso, através da consulta da Pordata Kids.

A Pordata Kids tem outras propostas lúdicas de aprendizagem, do 4.º ao 6.º anos do ensino básico, disponíveis em Jogos e, ainda, uma área Escolas, com sugestões de fichas para Estudo do Meio (1.º ciclo), Matemática (1.º e 2.º ciclo) e História e Geografia de Portugal (2.º ciclo). 

A nossa escola já se inscreveu!

A Pordata Kids já esteve na nossa escola, em 2017. Podes ver aqui.

terça-feira, 1 de junho de 2021

Dia Mundial da Criança

 


A Convenção sobre os Direitos das Crianças foi aprovada em Nova Iorque, em 20 de novembro de 1989, na Assembleia Geral das Nações Unidas. Nos países em que foi ratificada (isto é, aceite como válida) passou a ser lei desse país. Portugal foi um desses países. Apesar da evolução positiva dos Direitos das Crianças ao longo dos 32 anos da Convenção, há muitos que ainda não são reconhecidos. Para mudar esta realidade e contribuir para a igualdade de todas as crianças é importante conhecer, divulgar e refletir sobre esses direitos.

Nesse sentido e como resultado de reflexão de vários organismos/países, são vários os documentos que se têm produzido: 







https://www.adcoesao.pt/content/nova-estrategia-da-uniao-europeia-sobre-os-direitos-da-crianca


Vários são também os livros que abordam a temática, pelo que aqui vão algumas sugestões de leitura. 

Eu, Malala; Malala Yousafzai e Christina Lamb; tradução Cristina Carvalho; Editorial Presença.


No dia 9 de outubro de 2012, Malala Yousafzai, então com 15 anos, regressava a casa vinda da escola quando a carrinha onde viajava foi mandada parar e um homem armado disparou três vezes sobre a jovem. Nos últimos anos Malala - uma voz cada vez mais conhecida em todo o Paquistão por lutar pelo direito à educação de todas as crianças, especialmente das raparigas - tornou-se um alvo para os terroristas islâmicos. Esta é a história, contada na primeira pessoa, da menina que se recusou a baixar os braços e a deixar que os talibãs lhe ditassem a vida. É também a história do pai que nunca desistiu de a encorajar a seguir os seus sonhos numa sociedade que dá primazia aos homens, e de uma região dilacerada por décadas de conflitos políticos, religiosos e tribais. Um livro que nos leva numa viagem extraordinária e que nos inspira a acreditar no poder das palavras para mudar o mundo. (sinopse wook)

O lápis azul de Malala; Malala Yousafzai; Editorial Presença.

A verdadeira história de uma menina que desejava um mundo melhor. Quando Malala era ainda uma criança, no Paquistão, ela desejava ter um lápis mágico para... ... desenhar uma fechadura na porta do seu quarto para que os irmãos não a incomodassem. ... parar o tempo, e assim poder dormir mais uma hora todas as manhãs. Mas Malala cresceu e o mundo mudou, bem como os seus desejos. Em vez de um lápis mágico, Malala usa agora um lápis bem real para escrever. E os seus desejos começaram a realizar-se. (sinopse wook)

Migrantes; Issa Watanabe; Orfeu Negro.

Migrantes, refugiados, deslocados. Órfãos e viúvas, filhas e pais. Naufragados? Resgatados? Apátridas, desaparecidos, ilegais. Campos e montanhas, rios e correntes, mares e muros. Êxodo, guerra, terror. Fome. Crise? Pacto? Direitos humanos? Silêncio.
Migrantes, um livro silencioso e um poema ilustrado. Onde a coragem e a esperança são a jangada; onde a empatia e o amor são a nossa salvação. (sinopse wook)

A viagem; Francesca Sanna; Fábula.

Como será deixar tudo para trás e percorrer quilómetros e quilómetros rumo a um destino longínquo e estranho?
Este livro conta, de forma cuidada e sensível, a história de uma mãe que parte numa viagem com os dois filhos para fugir à guerra.
Uma viagem carregada de medo do desconhecido, mas também de muita esperança.
Uma autora com uma escrita sensível e ilustrações bonitas e sofisticadas. Aborda com sensibilidade a questão da guerra.
Livro apoiado pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e pela Amnistia Internacional (AI). (sinopse wook)


 Rubra, a árvore dos desejos; Katherine Applegate; Fábula.

Rubra, um carvalho com muitos anos de vida, tantos quantos os seus anéis, vai contar-nos a sua história. Ela é também a «árvore dos desejos» da vizinhança - as pessoas escrevem os seus desejos em pedaços de papel ou retalhos de tecido e atam-nos aos ramos de Rubra. Vive com a sua amiga corvo, a Bongó, e outros animais que procuram refúgio nos esconderijos do seu tronco. Rubra pensava já ter visto de tudo na vida, até que a pequena Samar e os seus pais se mudam para a casa azul, mesmo à sua frente. Além do Simão, o vizinho da casa verde, são muito poucos os que recebem de braços abertos os recém-chegados. O tronco de Rubra fica, pela primeira vez, marcado pela tristeza. Inconformada, a árvore dos desejos decide agir. As suas memórias e experiência serão agora mais valiosas do que nunca. Um livro que diverte, que emociona e que ficará guardado na memória de quem o ler.(sinopse wook)


Quando Hitler roubou o urso cor-de-rosa; Judith Kerr; Tradução: Carla Maia de Almeida;Fábula.


 Considerada um clássico da literatura juvenil, e inspirada na vida da própria autora, fala-nos da Segunda Guerra Mundial numa nova perspetiva e até com algum humor.
Vive-se o ano de 1933. Anna tem apenas nove anos e anda demasiado ocupada com a escola e com os amigos para reparar nos cartazes políticos espalhados pela cidade de Berlim com a suástica nazi e a fotografia de Adolf Hitler, o homem que muito em breve mudaria a face da Europa. Ser judeu, pensa ela, é apenas algo que somos porque os nossos pais e avós são judeus.
Mas um dia o pai dela desaparece inexplicavelmente. E, pouco tempo depois, ela e o irmão, Max, são levados pela mãe com todo o sigilo para fora da Alemanha, deixando para trás a sua casa, os amigos e os amados brinquedos. Reunida na Suíça, a família de Anna embarca numa aventura que vai durar anos.(sinopse wook)

terça-feira, 4 de maio de 2021

Plataforma PICCLE - Plano de Intervenção Cidadãos Competentes em Leitura e Escrita

 


Melhorar as competências de literacia

A platforma PICCLE - Plano de Intervenção Cidadãos Competentes em Leitura e Escrita é uma plataforma de criação, agregação e curadoria de conteúdos dirigida a docentes, com vista ao desenvolvimento das competências digitais de literacia dos jovens do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

A Plataforma situa-se em linha com o “Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória” e oferece dezenas de Recursos, propostas de Atividades, bem como Modelos teóricos, Estudos e Projetos de intervenção, escolhidos e apresentados por um grupo de especialistas com trabalho e mérito reconhecido em cinco Áreas centrais no cruzamento das literacias: Leitura, Escrita, Media, Informação e Digital. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Arte e matemática: simetria

 


Para aceder ao conteúdo, clique aqui. 

Dirigido aos 1.º, 2.º e 3.º ciclos e tendo como palavras - chave: área, dimensão, escala, geometria, plano, simetria, o recurso educativo "Arte e matemática: simetria", divulgado pelo museu Calouste Gulbenkian, promove sugestões de observação e de leitura de peças artísticas que se aplicam a diferentes anos de ensino e que fomentam, de modo criativo e estimulante, o alargamento dos conceitos matemáticos trabalhados no currículo, incentivando os cruzamentos interdisciplinares.

Construção de narrativas vs "massajar a criatividade"

 

No sentido da promoção da escrita nas crianças e jovens, convido a visitar os videotutoriais (6) apresentados por Catarina Requeijo, nos quais apresenta sugestões várias de ferramentas e dispositivos para "massajar a criatividade". 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Avaliação das aprendizagens em tempos do plano de transição digital

 


Num contexto marcado pela evolução tecnológica, criam-se as condições para que os alunos possam aprender em qualquer lugar e a qualquer momento, acedendo a recursos digitais de qualidade, criados e/ou selecionados pelos docentes e, consequentemente, adaptados ao perfil de cada estudante. Consequentemente, diferentes organismos internacionais, entre os quais a OCDE (2013) realçam a necessidade de integrar a tecnologia nos processos de avaliação. Nesse âmbito, destaca-se o projeto Assess@Learning (a decorrer de fevereiro de 2019 a fevereiro de 2022), que tem como objetivo principal apoiar a adoção da Avaliação Formativa Digital (AFD) em escolas e salas de aula europeias. Este projeto envolve cinco países: Espanha, Estónia, Finlândia, Grécia e Portugal. Portugal está representado pela DGE com o Projeto MAIA (Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica).

Para aceder a toda a informação, clique aqui.