Os provérbios, frases sábias criadas pelo povo, passam de geração em geração inscritos no contexto histórico e social em que foram criados. No entanto, importa agora, olhar para eles, e perceber se, no contexto da sociedade atual, devem ser levados à letra, ou necessitam de uma outra leitura.
Situando-se no âmbito dos domínios da sexualidade e igualdade de género, desafia-se os alunos desde o 1.º ciclo ao ensino secundário a revisitar provérbios e a rescrevê-los à luz dos princípios e valores consagrados no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória com posterior envio para apreciação de um júri. Avaliadas pelo júri, com base na originalidade e fundamentação apresentada, as “novas” propostas que pretendem dar a volta ao texto a antigos provérbios, são divulgadas para votação pública.
"O racismo só existe quando a sociedade permite, quando se tem uma atitude
passiva perante a desigualdade e a diferença.
Este livro mescla a arte da escrita com os direitos humanos e a luta pela igualdade. É uma síntese de centenas de contos e poemas escritos no Concurso Nacional de Poesia e Conto Contra o Racismo."
A brochura "Racista, eu?" pode constituir uma base para trabalhar este tema com os alunos. "A União Europeia considera que deve combater as discriminações em razão do sexo, raça, origem étnica, religião e crença, deficiência, idade ou orientação sexual. Esta brochura, dirigida aos professores e jovens, reúne um conjunto de documentos úteis para incentivar a reflexão e o debate sobre o racismo."
Aqui ou aqui pode encontrar sugestões de trabalho.
Aqui ou aquihá sugestões de livros e/ou filmes sobre racismo. O livro "Racismo e intolerância" pode ser requisitado na biblioteca. Neste livro, a sua autora explica o que é o preconceito, como se comporta uma pessoa intolerante, porque é que somos todos diferentes e merecemos ser tratados por igual.
A Biblioteca também disponibiliza o livro
"Porque é que as pessoas são de cores diferentes?” aborda 12 questões sobre identidade, tolerância e diversidade, com pequenas histórias desenvolvidas por dois pedopsiquiatras.
Inclui ilustrações apelativas, um guia passo a passo de como introduzir tópicos de conversa e conselhos para pais e educadores."
“Não poderia agir de outra forma e assim aceito tudo o que me aconteceu com amor.”
Nasceu neste dia, há 135 anos, Aristides de Sousa Mendes, o cônsul insubordinado que, há 80 anos, salvou 30.000 vidas do Holocausto, emitindo-lhes vistos.
A Direção-Geral da Educação emitiu o documento em baixo, com links para sítios com informação sobre Aristides de Sousa Mendes, bem como o link para as ""Recomendações para o ensino e aprendizagem do ensino do Holocausto" aprovado pelos países membros da International Holocaust Remembrance Alliance (IHRA).[...] Este texto educativo constitui um documento de referência fundamental para os professores utilizarem na preparação desta temática e na elaboração de projetos ligados ao Holocausto e ao Antissemitismo."
Na Biblioteca pode(s) requisitar o livro:
"Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) foi o diplomata português que, à revelia de Salazar, emitiu mais de 300 mil passaportes que salvaram outros tantos judeus do terror nazi. “O diplomata português sabia que ia ser punido, mas talvez não tenha previsto a severidade do castigo. Foi-lhe movido um processo disciplinar na sequência do qual ficou proibido de exercer qualquer actividade profissional, o que o levou a morrer na miséria, em 1954, com a família dispersa e sujeita a enormes privações”, ... Pagou a coragem do humanismo com a demissão do cargo, a miséria e a humilhação. A justiça chegou mas tardou. O 25 de Abril de 1974 resgatou o País à ditadura e Aristides ao esquecimento."
Neste dia, o Jornal Expresso escreveu a propósito de Aristides de Sousa Mendes:
A Amnistia Internacional lançou um conjunto de manuais dedicados à Educação para os Direitos Humanos.
Estes manuais dirigem-se a docentes, educadores e todos os que pretendem sensibilizar para a importância de defender os direitos humanos assim como proteger aqueles que os defendem. Cada manual contém informação sobre um tema, um conjunto de atividades baseadas em metodologias de educação não formal e ideias para agir.
Alguns dos títulos versam temas essenciais da atualidade em direitos humanos e cidadania e podem ser descarregados a partir dos links em baixo
Nos manuais que a seguir se apresentam encontram-se linhas de orientação para a intervenção em contexto escolar com crianças e jovens expostas/os à violência doméstica.
Quantas vezes temos dificuldade em que tomar uma decisão sobre o que fazer perante uma criança violentada. Aqui, podemos saber como apoiar uma criança que revela uma situação de violência, como e quando denunciar, por exemplo.
Sabias que a cada minuto 25 pessoas são forçadas a sair do local onde vivem devido à guerra ou perseguições?
Amanhã, 20 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Refugiado.
Esta data assinala a força, a coragem e a determinação das pessoas que são obrigadas a deixar as suas casas e os seus países devido a guerras, perseguições e violações de direitos humanos. Estas pessoas deixam tudo para trás menos a esperança inabalável de conseguirem uma vida segura e em paz.
A ONU explica um pouco sobre este tema aqui ou aqui. A RTP iniciou a quinta temporada de Príncipes do Nada - Refugiados, a série documental de Catarina Furtado, no dia 9 deste mês. Vale a pena ver os episódios que nos mostram o drama de milhares de pessoas que apenas pretendem melhorar a sua vida.
Aqui, no blogue, já escrevemos alguns artigos sobre os refugiados.
Há livros que retratam a situação de meninos e meninas que deixaram a vida tal como a conheciam para acompanhar os seus pais na busca de uma vida melhor.
Na Biblioteca da escola é possível requisitar "A viagem", mas podem ler um pouco em baixo.
Outros livros há sobre o tema. São livros para crianças e jovens.
Ler
Livros retirados daqui. E como tem sido a resposta de Portugal à situação dos refugiados? Aqui, pode saber um pouco.
E as pessoas ficaram em casa. E leram livros e ouviram música E descansaram e fizeram exercícios E fizeram arte e jogaram E aprenderam novas maneiras de ser E pararam E ouviram mais fundo Alguém meditou Alguém rezava Alguém dançava Alguém conheceu a sua própria sombra E as pessoas começaram a pensar de forma diferente. E as pessoas curaram. E na ausência de gente que vivia De maneiras ignorantes Perigosos, perigosos. Sem sentido e sem coração, Até a terra começou a curar E quando o perigo acabou E as pessoas se encontraram Eles ficaram tristes pelos mortos. E fizeram novas escolhas E sonharam com novas visões E criaram novas maneiras de viver E curaram completamente a terra Assim como eles estavam curados.
Esta é um poema que se tornou viral em tempos de pandemia. Atribuído a Kathleen O'Meara, poetisa do século XIX, circulou pelas redes sociais como tendo sido escrito por ocasião de uma epidemia nessa época.
No entanto, a verdade é muito diferente. O poema foi escrito por Catherine M. O’Meara, uma advogada que vive nos Estados Unidos e que costuma escrever no seu blogue, The Daily Round sob a alcunha de Kitty O’ Meara. Catherine usa o seu blogue para refletir sobre a sua vida. Escreveu este texto no dia 16 de março deste ano sob o título "In the Time of Pandemic". Pode confirmar aqui.
Este poema foi, pois, escrito neste século e não há dois séculos atrás. Podemos retirar daqui uma grande lição: devemos verificar tudo o que lemos, confirmar todas as notícias. Neste tempo de pandemia, as falsas notícias estão aí, ao virar da esquina.
Neste blogue, há vários artigos que referem este tema. É só ir por aqui.
"Com o objetivo de contribuir para que crianças e jovens façam um uso cada vez mais seguro da Internet, conheçam os direitos que, enquanto utilizadores, lhes assistem e saibam como exercê-los, a Procuradoria-Geral da República publica uma edição atualizada da brochura "Tu e a Internet"."
ÀS CRIANÇAS, JOVENS, PAIS E PROFESSORES:
Em 2013, Tu e a Internet dava conta do apelo que o mundo digital representa, dos riscos que o seu uso não informado acarreta, e do objetivo de contribuir para a utilização segura da Internet, em especial por crianças e jovens.
Seja como ferramenta de trabalho, de apoio escolar, de pesquisa, de comunicação ou de entretenimento, a Internet todos os dias ganha espaço no nosso quotidiano, fazendo aumentar o desafio da sua utilização segura.
O novo coronavírus intensificou o recurso ao mundo digital nos mais diversos setores da vida comunitária, social e pessoal.Isolamento, confinamento e distanciamento social são as medidas mais utilizadas para evitar a propagação da COVID 19.
Em Portugal, como noutros países, os ensinos pré-escolar, básico e, em parte, secundário são, hoje, assegurados por via de plataformas digitais.
Milhares de crianças e jovens têm aulas com recurso à Internet, socializam com colegas, amigos e familiares em ambiente digital, que também serve para se descontraírem e divertirem.
Esta maior permanência online justifica que, de novo, voltemos a falar sobre atividades ilícitas praticadas com recurso à Internet, direitos das pessoas que delas sejam vítimas, e da responsabilidade de quem faz esse uso indevido.
Com o objetivo de evitar que crianças e jovens sejam vítimas de condutas ilícitas e usem a internet de forma mais atenta e cuidada, Tu e a Internet continua a abordar aspetos relacionados com as principais atividades criminosas que, na atualidade, são praticadas online. E porque nem sempre é possível evitar tais atividades ilícitas é fornecida informação atualizada que permitirá às vítimas, crianças e jovens em especial, saber como reagir, com quem contactar e como estabelecer esse contacto.
O objetivo mantém-se!
Queremos continuar a contribuir para que crianças e jovens façam um uso seguro da Internet!
Já aqui referi a importância de lutar contra a desinformação em tempos em que as pessoas se encontram confinadas a um espaço limitado, a sua casa, em contacto direto com a Internet e, por isso, mais recetivas a certas notícias que aparentando ser verdadeiras constituem falsidades.
A União Europeia revela preocupação e alerta para o facto de que
"As informações deliberadamente falsas e enganadoras no domínio da saúde proliferam, nomeadamente no que se refere ao surto de COVID-19. Para se manter informado sobre esta epidemia, confie apenas nas informações provenientes de fontes fidedignas."
É necessário haver um esforço de todos e
"Pela sua parte, a Comissão Europeia contribui para este esforço colaborando estreitamente com as plataformas em linha, nomeadamente, incentivando-as a promover informações de fontes fidedignas, a despromover conteúdos reconhecidamente falsos ou enganosos e a retirar conteúdos ilegais ou que possam causar danos físicos."
Assim, preparou a Newsletter que pode ver em baixo e toda uma série de sítios como estes aqui ou aqui, por exemplo.
Assinala-se esta terça-feira, 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde, instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que, este ano, celebra o trabalho dos profissionais de enfermagem e obstetrícia e lembra o papel crítico que desempenham.
Neste dia, apresento a série "2´ Minutos para mudar a vida", que passou na RTP. Os episódios inserem-se numa campanha de educação para a saúde que pretende promover mudanças de comportamento ao alcance de cada um para prevenir doenças não-transmissíveis.
"2’ Minutos para mudar de vida" teve uma presença diária na RTP1, com a exibição de uma série de 20 episódios que promovem a partilha de informação e desafiam o espectador a refletir sobre os seus comportamentos e a ousar a mudança.
Esta campanha é uma iniciativa da Unidade de Prevenção de Cancro do Ipatimup.
Em tempos de recolhimento, de estar em casa, há quem ocupe os seus dias a criar mentiras! Sim, mentiras! Mais do que nunca, é necessário aprender a identificar e combater as falsas notícias!!
Sabia que, em janeiro, no espaço de uma semana, foram detetadas, na União Europeia, 30 notícias falsas sobre o Coronavírus? Notícias falsas partilhadas pelas redes sociais podem prejudicar a batalha contra o novo coronavírus! A SIC transmitiu, no sábado, uma notícia sobre motins e confrontos na cidade de Londres em pleno cenário de pandemia. As imagens transmitidas pela SIC eram, afinal, de 2011. O canal pediu desculpa, nas redes sociais e ao longo dos noticiários transmitidos, referindo que estas imagens correspondiam a acontecimentos passados e que a sua transmissão se deveu a “um erro absurdo de falta de verificação básica de um vídeo que estava a circular”. Assim, nunca é demais lembrar : -Antes de partilhar, pense se o que partilha é verdadeiro. -Tome redobrada atenção às mensagens que recebe e partilhe apenas aquelas que provêm de fontes oficiais.
Siga estas dicas:
1) Leia a notícia inteira e não só o seu título.
2) Verifique a fonte e a autoria da notícia.
3) Digite o título da notícia recebida no Google.
4) Se for uma imagem, faça uma busca por imagem no Google. Muitas vezes a imagem é real, mas está descontextualizada.
5) É um áudio ou um vídeo? Resuma o acontecimento e faça uma pesquisa no Google.
5) Pergunte à pessoa que encaminhou a notícia de quem a recebeu e se essa pessoa conseguiu verificar a informação.
Finalmente, vá para os dois sítios na Internet, cujas imagens com link se apresentam abaixo, e desmistifique muitas das notícias que ouve!
Se lavar as mãos e ficar em casa são fulcrais nesta luta contra o Coronavírus, não espalhar falsas notícias é importantíssimo para a nossa própria tranquilidade!
Nunca é de mais lembrar que esta é uma realidade cada vez mais presente na nossa sociedade e contra a qual devemos lutar. As escolas têm um papel importante na consciencialização desta questão.
"67% dos jovens consideram normal a ocorrência de, pelo menos, uma situação de violência no namoro e 58% assume já ter sido vítima. Foi a essa conclusão a que chegou um estudo da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), apresentado na manhã de sexta-feira, Dia dos Namorados."
Apesar de, no último ano, se ter verificado uma descida nos indicadores de vitimização e legitimação da violência no namoro, a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) considera que ainda "há um longo percurso a fazer ao nível da consciencialização" do problema da violência no namoro.
É um ato de violência, pontual ou contínua, cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.
Existem diferentes formas de violência no namoro:
VIOLÊNCIA FÍSICA:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
te empurra;
te agarra ou prende;
te atira objetos;
te dá bofetadas, pontapés e/ou murros;
ameaça usar a força física ou a agressão.
VIOLÊNCIA SEXUAL:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
te obriga a praticar atos sexuais (sexo anal, sexo oral e/ou vaginal), mesmo quando não queres;
te acaricia (ou força carícias), sem que queiras.
Separador
VIOLÊNCIA VERBAL:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
te chama nomes e/ou grita;
te humilha, através de críticas e comentários negativos (ex.: “Não vales nada.”);
te intimida e ameaça.
Separador
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
parte ou estraga os teus objetos ou roupa;
controla a tua maneira de vestir;
controla o que fazes nos tempos livres e ao longo do dia;
te liga constantemente ou envia mensagens;
ameaça terminar a relação como estratégia de manipulação.
Separador
VIOLÊNCIA SOCIAL:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
te humilha, envergonha ou tenta denegrir a tua imagem em público, especialmente junto dos teus familiares e amigos;
mexe, sem o teu consentimento, no teu telemóvel, nas tuas contas de correio eletrónico ou na tua conta do Facebook;
te proíbe de conviver com os teus amigos e/ou com a tua família.
Separador
Podem acontecer diferentes formas de violência na mesma relação namoro. Por exemplo, as agressões verbais podem ocorrer antes de uma agressão física.
Todas as formas de violência no namoro têm um objetivo comum: magoar, humilhar, controlar e assustar.
A APAV ajuda a identificar uma relações saudáveis e não saudáveis aqui.
A associação "Corações com Coroa", uma associação que pretende promover uma cultura de solidariedade, igualdade de oportunidades e inclusão sócio- afectiva de pessoas em situações de vulnerabilidade, risco ou pobreza, trata o tema de uma forma muitos simples mas bastante completa. É só ir por aqui.
Os seguintes vídeos trabalham, de uma forma simples, o tema da violência no namoro e constituem, assim, um bom material de apoio para trabalhar o tema com os nossos alunos.
"Idealizam amores perfeitos mas há adolescentes que conhecem uma realidade bem menos romântica. Se no início as relações são cor-de-rosa, rapidamente os namoros podem ficar uma coisa má e estragada. Insultar, agredir, proibir, ameaçar e perseguir são comportamentos violentos que muitos jovens encaram com normalidade. Para eles, são manifestações de amor. Para a justiça, crimes que devem ser denunciados.
Numa relação de amor saudável não há gritos, insultos, ameaças, humilhações, empurrões, pontapés ou quaisquer outras formas de agressões, sejam elas psicológicas ou físicas. Não se proíbe o namorado ou a namorada de vestir uma determinada peça de roupa ou de falar com amigos. Em momento algum se pode pressionar ou obrigar a ter relações sexuais. E nunca se deve invadir a privacidade, como ler as mensagens de telemóvel, entrar na conta de uma rede social sem autorização ou ir ainda mais longe e partilhar online conteúdos íntimos sem conhecimento da vítima.
Todos estes comportamentos reprováveis, impróprios em qualquer idade, são tolerados, legitimados e até entendidos como demonstrações normais de amor e carinho pelos rapazes e raparigas vítimas de violência no namoro. São adolescentes a viver as primeiras paixões, vulneráveis e inexperientes, que querem a todo o custo manter o namoro perfeito mas não conseguem controlar emoções provocadas, por exemplo, pelo ciúme ou pela traição. Muitos não percebem que o que fizeram ou disseram constitui uma agressão; outros não têm consciência que estão numa relação abusiva e nem reconhecem que são vítimas."
"Violência no namoro: uma prova de desamor" é um documentário da RTP ao qual é possível aceder clicando na imagem acima.
O sofrimento da mutilação genital feminina, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é uma realidade para cerca de 200 milhões de meninas e mulheres que vivem hoje.
Embora a prática esteja concentrada principalmente em 30 países na África e no Oriente Médio, ela ocorre também em alguns lugares da Ásia e da América Latina. E entre populações imigrantes que vivem na Europa Ocidental, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia, dizem as Nações Unidas.
A ONU definiu o dia 6 de fevereiro como Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.
"O portal RTP Ensina apresenta um conjunto de recursos - para alunos e professores - que podem contribuir para a educação para a cidadania.
A RTP apresentou, ao longo das últimas décadas, rubricas e programas que podem auxiliar estudantes e professores a complementar os seus conhecimentos na área de Educação para a Cidadania.
Nesta área recuperamos alguns dos documentos produzidos pela RTP ou por parceiros com o objetivo de ajudar a cumprir as metas desta disciplina, nomeadamente, “contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os valores dos direitos humanos”.
Para facilitar o trabalho de quem nos procura, apresentamos os temas divididos em três grupos, como definidos na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania." A RTP Ensina é um RECURSO com letra maiúscula, não só no que ao tema Cidadania diz respeito, mas, também, noutros grupos temáticos.
No blogue Recursos da BE encontra-os para usar e abusar, sejam alunos, sejam professores.
" "Sexting: selfies, sexting, autoimagem física" é um novo recurso do Centro Internet Segura que tem por objetivo sensibilizar para a prática de sexting, oferecendo dicas sobre como agir e que cuidados adotar para garantir que as partilhas realizadas nesse contexto são feitas de forma segura e responsável. Embora seja uma temática transversal a jovens de todas as idades, a temática terá maior interesse para os jovens dos 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário.
Esta é a notícia prévia à publicação mas que tem informação clara sobre o Guia, pelo que consideo útil apresentá-la.
De todas as páginas da Internet que mostram imagens de abuso sexual infantil, um terço consiste em imagens feitas pelas próprias meninas, em suas casas, diz a Internet Watch Foundation. Conteúdos sexuais que envolvem crianças estão a aumentar.
O alerta vem da Internet Watch Foundation (IWF): 80% das selfies sexuais encontradas nas redes são imagens de abuso sexual infantil e de crianças do sexo feminino com idades entre os 11 e os 13 anos. São as meninas as principais vítimas de um esquema que as leva a enviar imagens íntimas captadas pelas suas próprias webcams.