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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Dia Internacional dos Direitos Humanos

 


O Dia Internacional dos Direitos Humanos é comemorado na data (10 de dezembro) em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adotada pela ONU, em 1948. 


A UNESCO é uma organização que se empenha na promoção da democracia e na participação de todos os indivíduos na construção de sociedades baseadas em valores democráticos, como a justiça, a tolerância, o pluralismo, o respeito, a liberdade e o diálogo. 

Assim, a UNESCO apoia programas que fomentam uma cidadania participativa, inclusiva e global e a tomada de decisões que favorecem o desenvolvimento sociocultural e económico das sociedades, o que requer uma ação articulada com as instituições nacionais e internacionais existentes.

Para aceder ao portal da Comissão Nacional da UNESCO, clique aqui.


Ainda poderá aceder aos seguintes recursos: 


Educação da cidadania global: preparando alunos para os desafios do século 21

Guia para Jovens sobre Prevenção do Extremismo Violento através da Educação

Guia de um professor para a prevenção do extremismo violento

Educação para a cidadania Global - uma proposta de articulação para o 2.º Ciclo do Ensino Básico

sexta-feira, 24 de julho de 2020

"Racista, eu?"



"O racismo só existe quando a sociedade permite, quando se tem uma atitude
passiva perante a desigualdade e a diferença.
Este livro mescla a arte da escrita com os direitos humanos e a luta pela igualdade. É uma síntese de centenas de contos e poemas escritos no Concurso Nacional de Poesia e Conto Contra o Racismo."





A brochura "Racista, eu?" pode constituir uma base para trabalhar este tema com os alunos.

"A União Europeia considera que deve combater as discriminações em razão do sexo, raça, origem étnica, religião e crença, deficiência, idade ou orientação sexual. Esta brochura, dirigida aos professores e jovens, reúne um conjunto de documentos úteis para incentivar a reflexão e o debate sobre o racismo."




Aqui ou aqui pode encontrar sugestões de trabalho.

Aqui ou aqui há sugestões de livros e/ou filmes sobre racismo.

O livro "Racismo e intolerância" pode ser requisitado na biblioteca. Neste livro, a sua autora explica o que é o preconceito, como se comporta uma pessoa intolerante, porque é que somos todos diferentes e merecemos ser tratados por igual.





A Biblioteca também disponibiliza o livro 


"Porque é que as pessoas são de cores diferentes?” aborda 12 questões sobre identidade, tolerância e diversidade, com pequenas histórias desenvolvidas por dois pedopsiquiatras.


Inclui ilustrações apelativas, um guia passo a passo de como introduzir tópicos de conversa e conselhos para pais e educadores."

sábado, 18 de julho de 2020

Aristides de Sousa Mendes

“Não poderia agir de outra forma e assim aceito tudo o que me aconteceu com amor.” 

Nasceu neste dia, há 135 anos, Aristides de Sousa Mendes, o cônsul insubordinado que, há 80 anos, salvou 30.000 vidas do Holocausto, emitindo-lhes vistos.


A Direção-Geral da Educação emitiu o documento em baixo, com links para sítios com informação sobre Aristides de Sousa Mendes, bem como o link para as ""Recomendações para o ensino e aprendizagem do ensino do Holocausto" aprovado pelos países membros da International Holocaust Remembrance Alliance (IHRA).[...]
Este texto educativo constitui um documento de referência fundamental para os professores utilizarem na preparação desta temática e na elaboração de projetos ligados ao Holocausto e ao Antissemitismo."




Na Biblioteca pode(s) requisitar o livro: 



"Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) foi o diplomata português que, à revelia de Salazar, emitiu mais de 300 mil passaportes que salvaram outros tantos judeus do terror nazi. “O diplomata português sabia que ia ser punido, mas talvez não tenha previsto a severidade do castigo. Foi-lhe movido um processo disciplinar na sequência do qual ficou proibido de exercer qualquer actividade profissional, o que o levou a morrer na miséria, em 1954, com a família dispersa e sujeita a enormes privações”, ... Pagou a coragem do humanismo com a demissão do cargo, a miséria e a humilhação. A justiça chegou mas tardou. O 25 de Abril de 1974 resgatou o País à ditadura e Aristides ao esquecimento."


Neste dia, o Jornal Expresso escreveu a propósito de Aristides de Sousa Mendes: 



quarta-feira, 15 de julho de 2020

Educação para os Direitos Humanos - manuais


A Amnistia Internacional lançou um conjunto de manuais dedicados à Educação para os Direitos Humanos.

Estes manuais dirigem-se a docentes, educadores e todos os que pretendem sensibilizar para a importância de defender os direitos humanos assim como proteger aqueles que os defendem. Cada manual contém informação sobre um tema, um conjunto de atividades baseadas em metodologias de educação não formal e ideias para agir.

Alguns dos títulos versam temas essenciais da atualidade em direitos humanos e cidadania e podem ser descarregados a partir dos links em baixo 



Aqui, apresenta-se um outro recurso, um conjunto de vídeos que podem ser utilizados em processos educativos, agrupados por temas.


quinta-feira, 2 de julho de 2020

Violência doméstica

Nos manuais que a seguir se apresentam encontram-se linhas de orientação para a intervenção em contexto escolar com crianças e jovens expostas/os à violência doméstica. 
Quantas vezes temos dificuldade em que tomar uma decisão sobre o que fazer perante uma criança violentada. Aqui, podemos saber como apoiar uma criança que revela uma situação de violência, como e quando denunciar, por exemplo.
Um documento a ler, com certeza.








sexta-feira, 19 de junho de 2020

Dia Mundial do Refugiado

Sabias que a cada minuto 25 pessoas são forçadas a sair do local onde vivem devido à guerra ou perseguições?



Amanhã, 20 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Refugiado. 
Esta data assinala a força, a coragem e a determinação das pessoas que são obrigadas a deixar as suas casas e os seus países devido a guerras, perseguições e violações de direitos humanos. Estas pessoas deixam tudo para trás menos a esperança inabalável de conseguirem uma vida segura e em paz.

A ONU explica um pouco sobre este tema  aqui ou  aqui.

A RTP iniciou a quinta temporada de Príncipes do Nada - Refugiados, a série documental de Catarina Furtado, no dia 9 deste mês. Vale a pena ver os episódios que nos mostram o drama de milhares de pessoas que apenas pretendem melhorar a sua vida. 

Aqui, no blogue, já escrevemos alguns artigos sobre os refugiados.

Há livros que retratam a situação de meninos e meninas que deixaram a vida tal como a conheciam para acompanhar os seus pais na busca de uma vida melhor. 

Na Biblioteca da escola é possível requisitar "A viagem", mas podem ler um pouco em baixo.







Outros livros há sobre o tema. São livros para crianças e jovens.



Ler



























Livros retirados daqui.
E como tem sido a resposta de Portugal à situação dos refugiados? Aqui, pode saber um pouco.

segunda-feira, 16 de março de 2020

67% dos jovens aceitam violência no namoro

Nunca é de mais lembrar que esta é uma realidade cada vez mais presente na nossa sociedade e contra a qual devemos lutar. As escolas têm um papel importante na consciencialização desta questão.
Neste blogue são apresentadas algumas sugestões de atividades para trabalhar com os alunos.

Diz o Jornal de Notícias:

"67% dos jovens consideram normal a ocorrência de, pelo menos, uma situação de violência no namoro e 58% assume já ter sido vítima. Foi a essa conclusão a que chegou um estudo da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), apresentado na manhã de sexta-feira, Dia dos Namorados."




Apesar de, no último ano, se ter verificado uma descida nos indicadores de vitimização e legitimação da violência no namoro, a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) considera que ainda "há um longo percurso a fazer ao nível da consciencialização" do problema da violência no namoro.

(Ler mais aqui.)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Violência no namoro



O que é a violência no namoro?


É um ato de violência, pontual ou contínua, cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação. 

Existem diferentes formas de violência no namoro:

VIOLÊNCIA FÍSICA:

Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
te empurra;
te agarra ou prende;
te atira objetos;
te dá bofetadas, pontapés e/ou murros;
ameaça usar a força física ou a agressão.


VIOLÊNCIA SEXUAL:

Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:

te obriga a praticar atos sexuais (sexo anal, sexo oral e/ou vaginal), mesmo quando não queres;
te acaricia (ou força carícias), sem que queiras.
Separador

VIOLÊNCIA VERBAL:

Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:

te chama nomes e/ou grita;
te humilha, através de críticas e comentários negativos (ex.: “Não vales nada.”);
te intimida e ameaça.
Separador

VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA:

Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:

parte ou estraga os teus objetos ou roupa;
controla a tua maneira de vestir;
controla o que fazes nos tempos livres e ao longo do dia;
te liga constantemente ou envia mensagens;
ameaça terminar a relação como estratégia de manipulação.
Separador

VIOLÊNCIA SOCIAL:

Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:

te humilha, envergonha ou tenta denegrir a tua imagem em público, especialmente junto dos teus familiares e amigos;
mexe, sem o teu consentimento, no teu telemóvel, nas tuas contas de correio eletrónico ou na tua conta do Facebook;
te proíbe de conviver com os teus amigos e/ou com a tua família.
Separador

Podem acontecer diferentes formas de violência na mesma relação namoro. Por exemplo, as agressões verbais podem ocorrer antes de uma agressão física.

Todas as formas de violência no namoro têm um objetivo comum: magoar, humilhar, controlar e assustar. 

(Informação retirada daqui.)

A APAV  ajuda a identificar uma relações saudáveis e não saudáveis aqui.

A associação "Corações com Coroa", uma associação que pretende promover uma cultura de solidariedade, igualdade de oportunidades e inclusão sócio- afectiva de pessoas em situações de vulnerabilidade, risco ou pobreza,  trata o tema de uma forma muitos simples mas bastante completa. É só ir por aqui.

Os seguintes vídeos trabalham, de uma forma simples, o tema da violência no namoro e constituem, assim, um bom material de apoio para trabalhar o tema com os nossos alunos.













quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Mutilação feminina

O sofrimento da mutilação genital feminina,  de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é uma realidade para cerca de 200 milhões de meninas e mulheres que vivem hoje.


Embora a prática esteja concentrada principalmente em 30 países na África e no Oriente Médio, ela ocorre também em alguns lugares da Ásia e da América Latina. E entre populações imigrantes que vivem na Europa Ocidental, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia, dizem as Nações Unidas.

A ONU definiu o dia 6 de fevereiro como Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. 

(Ler mais informação aqui , aqui ou aqui.)

O Jornal Expresso publicou acerca deste tema um artigo que se apresenta a seguir.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

30º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança

(Clicar sobre a imagem)
Faz 30 anos no dia 20 de Novembro de 1989 que as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) um documento que apresenta um conjunto de direitos fundamentais de todas as crianças. 

Neste sentido, a BE apresenta alguns livros /documentos que podem trazer mais informação a alunos e professores que pretendem celebrar esta data. 





Malala é um nome incontornável no que aos direitos das crianças diz respeito e a BE disponibiliza aos seus leitores os seguintes livros:


UM LIVRO, UMA CANETA, UMA CRIANÇA E UM PROFESSOR PODEM MUDAR O MUNDO
"A verdadeira história de uma menina que desejava um mundo melhor. Quando Malala era ainda uma criança, no Paquistão, ela desejava ter um lápis mágico para... ... desenhar uma fechadura na porta do seu quarto para que os irmãos não a incomodassem. ... parar o tempo, e assim poder dormir mais uma hora todas as manhãs. Mas Malala cresceu e o mundo mudou, bem como os seus desejos. Em vez de um lápis mágico, Malala usa agora um lápis bem real para escrever. E os seus desejos começaram a realizar-se."

Ver o book trailer aqui e o vídeo abaixo.






"Malala Yousafzai tinha apenas dez anos quando os Talibãs tomaram o controlo da região onde vivia. Educada a defender os valores em que acredita, Malala lutou pelo seu direito à educação sob o regime talibã e por essa causa quase perdeu a vida no dia 9 de outubro de 2012, atingida à queima-roupa quando regressava a casa na carrinha da escola. Hoje, ela é um símbolo do protesto pacífico e a pessoa mais jovem de sempre a receber o prémio Nobel da Paz.


Esta edição das suas memórias dirigida aos leitores mais jovens, dá-nos a conhecer a sua história e faz-nos acreditar na esperança e na possibilidade de uma pessoa - ainda muito jovem - poder inspirar a mudança na sua comunidade e no mundo."

Pode começar a ler o livro aqui e, depois, requisitar na BE para acabar de ler.

Malala foi uma menina corajosa que, apesar da sua juventude, teve a coragem de lutar pelo direito a ir à escola num país onde  não era permitido às meninas aprender a ler.


(Ver informação sobre este livro aqui)

A revista do Expresso de Outubro de 2013 publicou uma entrevista feita a Malala. Vale a pena ler!




Alguns vídeos sobre Malala.











quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Youth for Human Rights: 30 direitos. 30 anúncios

Um anúncio para cada um dos artigos da Declaração Universal para os Direitos Humanos das Nações Unidas. Pequenos filmes em que a música e a imagem mostram os conceitos subjacentes a cada um dos direitos.
O DVD contém, também, um vídeo musical que conta da história de um garoto que luta pelo seu direito de poder jogar basquetebol.
Requisite-o na Biblioteca.




terça-feira, 5 de novembro de 2019

Aprender com os grandes é giro! É uma viagem!

«Aprender com os Grandes é giro» é uma iniciativa que visa trazer os alunos de 4º Ano à EBJFS, onde estes alunos terão a oportunidade de realizar atividades que pretendem "diversificar a abordagem de temas e/ou conteúdos e, em simultâneo, facilitar a integração/perceção dos alunos daquele nível de ensino, na cultura da nossa escola."
A bIblioteca não pode deixar de estar presente neste tipo de iniciativas  e organizou uma série de atividades baseadas no livro "A viagem" de Francesca Sanna.


"Plano Nacional de Leitura
Como será deixar tudo para trás e percorrer quilómetros e quilómetros rumo a um destino longínquo e estranho?
Este livro conta, de forma cuidada e sensível, a história de uma mãe que parte numa viagem com os dois filhos para fugir à guerra. Uma viagem carregada de medo do desconhecido, mas também de muita esperança. Uma autora com uma escrita sensível e ilustrações bonitas e sofisticadas. Aborda com sensibilidade a questão da guerra.
Livro apoiado pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e pela Amnistia Internacional (AI).
Livro multipremiado e com excelentes críticas internacionais."
O guia de exploração da obra pode ser lido e/ou descarregado aqui. 

Pode ler mais informações aqui.
Esta história foi adaptada e pode ser vista em baixo.




Os alunos de Jancido, Gens e Atães ouviram a história, dialogaram sobre ela e construíram um barco onde escreveram uma frase, uma palavra sobre os sentimentos que "A viagem" lhes suscitou.






“Contos que não são de fadas” sobre crianças refugiadas

A Unicef lançou uma série de 3 desenhos animados que falam da guerra sob a perspectiva de crianças.

“Contos que não são de fadas”, são curta-metragens que contam histórias verdadeiras de crianças e adolescentes fugidos da guerra na Síria.

O projeto faz parte da iniciativa #actofhumanity (“ato de humanidade”), que procura mostrar pequenos atos de humanidade que podem mudar vidas.


“Ivine e o Travesseiro” é a história verdadeira de uma menina de 14 anos. Depois de uma fuga perigosa da Síria, Ivine chega a um campo de refugiados na Alemanha, onde tem outros desafios.


Mustafa, um menino que depois de deixar a sua casa, já não tem mais amigos!

O terceiro vídeo já foi colocado num post aqui.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Malak, a criança síria que fugiu para a Grécia

(Clicar sobre a imagem)

Malak é uma criança refugiada da Síria que conta a perigosa viagem que fez pelo mar mediterrâneo entre o norte de África e a Grécia. Tem saudades dos amigos e perdeu todos os seus pertences durante a perigosa travessia até à Europa. Depois de ter chegado com a mãe à ilha grega de Lesbos, disse: “Espero que as coisas voltem a ser como eram.”

A UNICEF é um órgão das Nações Unidas que tem por missão defender e promover os direitos da criança e criar condições duradouras para o seu desenvolvimento.

Nascido no pós-guerra, em dezembro de 1946, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF, em inglês) rege-se pela Convenção sobre os Direitos da Criança. Este acordo reconhece às crianças um conjunto de direitos para que possam viver, crescer, aprender num ambiente seguro e protector, e participar na vida em sociedade.

(Texto retirado daqui)

A história de Malak foi recriada num vídeo que pode ser visto aqui.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

O que é um refugiado?

(Clicar aqui)
"O refugiado é um ser humano em fuga, à procura de acolhimento e proteção fora do seu país. Porque é das terras onde nasceram que milhões de pessoas são forçadas a fugir, por causa da violência, das guerras, da pobreza e, agora também, das alterações climáticas. Por mar ou por terra, arriscam a vida em viagens sem condições, muitas vezes à mercê de traficantes. O perigo é maior para as crianças desacompanhadas, que facilmente são vítimas de abuso, exploração e agressão. O desafio é recebê-las sem preconceitos ou atitudes discriminatórias."
Texto retirado daqui)


A biblioteca disponibiliza este livro maravilhosamente ilustrado sobre o tema.




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

A viagem de Malak, em fuga da guerra na Síria

(Clicar sobre a imagem para aceder ao vídeo)

"A travessia do mediterrâneo por Malak, uma criança Síria com 7 anos em fuga da guerra, é recriada neste pequeno filme que recupera os medos e os perigos da viagem.

A UNICEF é um órgão das Nações Unidas que tem por missão defender e promover os direitos da criança e criar condições duradouras para o seu desenvolvimento.
Nascido no pós-guerra, em dezembro de 1946, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF, em inglês) rege-se pela Convenção sobre os Direitos da Criança. Este acordo reconhece às crianças um conjunto de direitos para que possam viver, crescer, aprender num ambiente seguro e protector, e participar na vida em sociedade."

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Maratona de cartas



Mais uma vez, a Biblioteca se associou a esta iniciativa da Amnistia Internacional para ajudar defensores dos Direitos Humanos um pouco por todo o mundo.

"É o maior evento de ativismo da Amnistia Internacional e decorre todos os anos durante o último trimestre. 
Com a Maratona sensibilizamos para um conjunto de casos selecionados, o que poderá resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos." Isto é dito aqui. 

Este ano, as pessoas selecionadas são:



Atena Daemi – Irão

"Tal como tantas outras pessoas, Atena Daemi sonha com o fim da pena de morte no Irão. Criticou o recorde de execuções do país nas redes sociais, distribuiu panfletos e participou num protesto pacífico contra a execução de uma jovem mulher, entre outras ações.

Inacreditavelmente estas simples ações foram usadas como “provas” para a condenar a sete anos de prisão. O seu julgamento demorou apenas 15 minutos e, já na prisão, foi alvo de ataques violentos e degradantes. É mais um exemplo cruel de como o Irão silencia o ativismo pacífico. Atena Daemi deve ser libertada hoje!"


Geraldine Chácon – Venezuela

"Geraldine Chacón sempre quis defender outras pessoas. É por isso que ajuda a capacitar jovens a defenderem os seus direitos na sua cidade, Caracas. No entanto, foi reprimida pelas autoridades apenas por tentar fazer do seu país um lugar melhor para se viver.  Prenderam-na durante quatro meses e impediram-na de sair do país. O seu processo não foi fechado para que possa ser presa de novo, a qual momento, sem qualquer aviso. O caso de Geraldine deve ser encerrado para poder gozar de liberdade incondicional e continuar a agir em defesa dos direitos humanos."


Marielle Franco – Brasil

"Marielle Franco lutou destemidamente por um Rio de Janeiro mais justo. Lutou por mulheres negras, pessoas LGBTI, jovens e condenou as execuções ilegais cometidas pela polícia. Infelizmente foi silenciada, assassinada a tiro no seu carro. Uma ação que faz parte de uma tendência no Brasil, onde pelo menos 70 defensores de direitos humanos foram mortos em 2017. No Brasil, as pessoas que defendem os direitos humanos vivem com um medo permanente. Queremos justiça por Marielle Franco!"


Vitalina Koval – Ucrânia

"Vitalina Koval trabalha arduamente para defender os direitos LGBTI e os direitos das mulheres na sua cidade natal, Uzghorod, na Ucrânia. Foi violentamente atacada após organizar uma manifestação pacífica no Dia Internacional da Mulher em 2018. Os seus atacantes foram libertados poucas horas depois. Estes ataques fazem parte de uma ampla vaga de violência e intimidação por parte de grupos de extrema direita na Ucrânia. Mas Vitalina e outros defensores de direitos humanos não vão ceder ao medo e ao ódio, e nós estamos do lado deles. É urgente proteger Vitalina e todos os defensores de direitos LGBTI e direitos das mulheres na Ucrânia!"


Nonhle Mbuthuma – África do Sul

"Nonhle Mbuthuma lidera a luta da sua comunidade contra uma empresa mineira que quer explorar titânio na sua terra ancestral. Está a ser alvo de perseguições e ameaças, e sobreviveu a uma tentativa de assassinato. Alguém a quer muito silenciar, mas ela não vai desistir: “Quando me tiras a minha terra, tiras-me a minha identidade.” Nonhle Mbuthuma e a sua comunidade devem ser protegidas!"